(é, com « g » mesmo)
o Brasil acabou de ser campeão olímpico de vôlei feminino. ótimo, parabéns, eu só torço contra no futebol. mas aí o repórter da Globo, querendo falar com as campeãs, diz ao narrador « vamos falar com elas, mesmo que seja proibido ». o narrador responde: « se cassarem sua credencial não tem problema, porque amanhã você já não tem mais que trabalhar ». depois, vendo a algazarra das moças – dentro dos limites impostos pela organização, diga-se – o narrador, que é esse mesmo que você está pensando, manda um « é bom quando o Brasil ganha porque quebra o protocolo ».
do orgulho à vergonha (por causa desse maldito jeitinho brasileiro) em dois minutos. é um novo recorde olímpico.