herança

Heute habe ich eine sehr unangenehme Erinnergung gehabt. Nicht unangenehm, unzufrieden…und überhaupt nicht freulich. Aber, zum Glück, habe ich es festgestellt, bevor es zu spät war, und habe dia errinerung repariert. Es ist ein grosser Risk eine Wunde ausgesstelt zu lasssen, deshalb ist es gut aufzupassen.

háfnio

uma comemoração, antes que me esqueça: dobrar a capacidade e zerar a dor, em um único mês, é motivo de festa. mas mês que vem tem mais, mais, mais. sinceramente, ando viciado neste advérbio.

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pedi comida no Grandville hoje. consegui achar um sanduíche que não fosse prejudicar os esforços, liguei lá e a comida chegou aqui em casa em tempo recorde. o preço é razoável, a taxa de entrega idem, a qualidade e o gosto são bons. pra comer quando não há inspiração é uma boa.

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deu pra perceber que não ando muito com vontade de escrever, não é? na verdade eu tenho vontade, a inspiração é que não colabora. até quando o negócio envolve mais do que escolher o que comer.

tênis

o mês está acabando, e tenho que dizer: foi muito bom. só que agosto vai ser ainda melhor, e setembro, então, nem se fala. penso em ficar aqui por mais uns anos, em voltar a escrever fora deste blog, em refilmagens de longas-metragens que não ficaram tão bons da primeira vez. mas isso não é uma volta ao passado, de forma alguma.

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mas penso também em viajar, e sempre para a Austrália. sempre. e um dia talvez fique lá enquanto fico cá.

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plano para 2009: estudar um tanto a Bíblia, pra ter uma passagem maneira à mão a cada vez que for preciso dar uma tirada na Telerj. já comecei citando Mc 15:34 (Evangelho segundo São Marcos), depois que o brilhante Pedro Matiello me passou a dica. aliás, a idéia dos estudos veio depois dessa intervenção dele, que merece uma placa por aqui.

explico: além de me dar essa idéia maneiríssima, foi o Pedro quem me chamou a atenção pros Talking Heads. quando eu pensei que não havia mais nada a se aproveitar da década de 1980…

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saiu uma pesquisa do Gallup sobre as eleições dos EUA, feita apenas com quem tem título de eleitor registrado: Barack Hussein Obama 47%, John McCain 44%. ou seja, há esperança: parcos três pontos de diferença – a despeito de a mídia brasileira, depois do discurso berlinense do candidato democrata na semana passada, saudá-lo como se fosse vencedor por esmagadora maioria, quiçá como se fosse o único candidato.

sorte que o eleitor americano não pensa assim.

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comprar um chapéu? será que vale a pena?

rollercoaster

devagar, quase parando: acordei hoje com um pouco de dor de cabeça. não me lembro de ter sentido isso outra vez na minha vida. estranho. e nem deve ser o Eric Clapton (!!!) que estou ouvindo agora… vai entender.

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do Correio Braziliense de hoje:

A última chuva registrada em Brasília foi em 27 de abril. E quem está esperando o cheiro de terra molhada vai ter que aguardar um pouco mais. O início das chuvas está previsto, segundo o meteorologista Mamedes Melo, para a segunda quinzena de setembro.

ou seja, tá mais do que na hora de reativar o Mengálvio, meu balde de estimação que fica no meu quarto, cheio de água, como se fosse fazer alguma diferença. respirar sempre fica ruim nessa época, dá até vontade de parar. o problema são as conseqüências.

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o Luciano me apresenta uma informação para que todos nós reflitamos: Dercy Gonçalves viveu duas guerras mundiais. viu oito papas. viu os japoneses chegarem ao Brasil, viu o Titanic afundar, viu o homem chegar à Lua. viu 35 (!!!) presidentes da República, viu todas as Copas do Mundo… mas não viu o Corinthians ser campeão da Libertadores. f***, né?

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com as eleições presidenciais nos EUA se aproximando, e um bando de frivolidades cercando a visita do enganador Barack Hussein Obama à Europa (“discurso histórico” em Berlim, “ménage à trois” na França etc), é uma pena que o meu político preferido não tenha oficializado sua candidatura. Walken 2012, anyone?

bazuca

eu não posso parar. nem mesmo manter a mesma velocidade.

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semana que vem o Muse toca em Brasília. a princípio eu não iria, mas nas condições em que acabei conseguindo é obrigação. parei de acompanhar a banda em 2003, quando lançaram o espetacular “Absolution”. mas, tirando por três músicas – “Bliss”, “Darkshines” e especialmente “Unintended”, eles têm um lugar no meu coração. e se essa última, uma balada de cortar o coração (e os pulsos), for tocada, eu vou ter certeza de que Brasília vai dormir como um lugar melhor na Terra.

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comi uma salada diferente hoje, desta vez de salmão. foi num fast-food japonês (leia-se “casa de temaki”) e levava repolho, broto de feijão, alface roxa, cebola, erva-doce, shoyu picante, salmão cru e outras coisas de que não me lembro. tinha um gosto tão marcante e tão diferente que até agora, dez horas depois de tê-la encarado, não sei dizer se gostei ou não.

na saída, o garçom ainda me falou que o hit da casa não é a salada de salmão, mas a de frutos do mar. aí pergunto: ele não devia ter falado isso antes?

ah, sim

não parece, mas chegamos a mais um número redondo: esse aqui é o post de número 7 mil deste blog desde sua criação, em novembro de 2002 (não sei porquê, mas os arquivos anteriores a 2006 não aparecem).

comemoração? é, acho que deveria ter. mas como é que eu faço? pensei em chamar os amigos e quase todos os leitores deste blog para uma reuniãozinha no Bierfass, ou então para uma sessão de filme do Canal Brasil aqui em casa, mas tem que ser a da madrugada. outra coisa que eu pensei foi em acabar com o blog, mas depois que arrumei uma solução paralela para ter menos problemas com ele, não faz o mesmo sentido.

eu nem sei se tenho assunto pra tantas entradas aqui, mas enrolando chegou-se a sete mil. no final das contas isso aqui só serve pra uma coisa: memória. ao contrário da Rede Globo, eu não tenho um Cedoc (centro de documentação), então serve para que um dia eu me lembre de alguma coisa que tenha feito, dito, pensado. vou acessar aqui e ver que, se tive a mesma idéia naquele dia é porque, no fundo, sou um cara previsível e repetitivo – ou então a idéia é boa mesmo.

mas bem, espero fazer mais sete mil. e que, aos catorze mil posts, eu esteja ainda melhor do que estou agora. obrigado a quem lê… e vamos em frente.

revelia

sempre ouvi falar de pessoas que somatizam no corpo alguma coisa que sentem psicologicamente, e que chegam, inclusive, a desenvolver doenças por conta disso. e descobri, essa semana, que eu tenho uma somatização diferente: quando meu carro está com algum problema, eu fico psicologicamente abalado. e ontem, depois de fazer os consertos, foi como se tivesse resolvido o maior problema da minha vida; na verdade, foi como sair da prisão.

não que eu já tenha sido preso, mas tenho uma idéia de como seja o xilindró.

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o apartamento ao lado está em reformas violentas, fruto de um novo casal de proprietários. então chega o sábado, você que dorme seis ou sete horas por dia pensa “oba, vou dormir doze”. mas não é bem assim, já que a obra tem furadeiras industriais, bateção de pregos sem parar, uma outra máquina com motorzinho elétrico que é de furar tímpanos… e, pior de tudo, pedreiros que assoviam alto.

e olha que eu nem reclamei das pegadas de cal desde a entrada do prédio até a porta do meu apartamento.

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comprei uma lata desses tomates aqui uns meses atrás, mas não havia provado. isso até ontem à noite, quando queria alguma coisa com poucas calorias para acompanhar minha (outra) salada. aí abri a lata e constatei: uma delícia. são tomates picados e condimentados com tempero de churrasco (estilo americano, no caso). é realmente delicioso, e uma lata inteira tem cento e vinte calorias. voltei ao supermercado para comprar cem latas, mas não havia mais nenhuma. será que ir a outro bairro procurar isso em outro supermercado configura uma obsessão?

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dia desses tinha visto em uma matéria, traduzida de algum jornal estrangeiro, o endereço de uma página. mas não lembrava do endereço dela nem por decreto. e hoje, antes de os pedreiros passarem com suas brocas desgovernadas a vinte centímetros da minha cabeça, sonhei com o endereço da página. acabei de digitar e deu certo.

vidinha

estou pensando em um post grande já tem dois dias, sobre despedidas e coisas que não escutamos. provavelmente sai no sábado. mas, assim como não dá para contar com certas canetadas, também não aconselho que se conte com essa digitada.

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vejo o vídeo de “A little soul”, do Pulp. nunca foi das minhas preferidas no disco em que está, o “This is hardcore”, mas é boa do mesmo jeito. a letra é meio que um retrato meu esse mês:

todos estão me dizendo que você parece comigo mas por favor não se transforme em mim
você parece comigo mas espero que não seja como eu sou
eu fugi da única coisa que eu fiz na vida
e agora eu só gostaria de poder te mostrar,
gostaria de te mostrar um pouco de alma

mas é melhor mostrar outra coisa agora. ainda que não aqui.

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mas ainda assim eu me sinto bem, por incrível que pareça. estou vivo para ver alguns resultados, estou pensando em ficar.

índico

do Argentina Autoblog, ontem:

Marco Tronchi, director de Exportaciones de Lancia, le anticipó a un grupo de periodistas latinoamericanos que en el 2009 tiene planeado expandir los mercados para sus productos y que entre sus objetivos está la comercialización en Argentina, Brasil, Chile y Colombia.

Lancia es conocida por ser la marca más deficitaria del Grupo Fiat y por haber perdido importantes cuotas del mercado europeo en las últimas dos décadas. Con el lanzamiento del nuevo Delta, la marca italiana se propuso revertir esos números. No se informó si la llegada de Lancia a nuestro país será por medio de Fiat Auto Argentina o a través de un importador privado, como ya ocurre con Alfa Romeo y el Gruppo Modena.

bem, se essa notícia for verdade, estou salvo de ter de comprar um Jetta. eu amo o Lancia Delta. eu quero esse carro. com pintura de dois tons, bancos de couro claro e toda sorte de opcionais aparentemente inúteis. uma pena que a chegada da Lancia à América do Sul, e particularmente ao Brasil, tenha tudo para não acontecer. mas a nota já é um motivo para eu acender uma vela aqui e sonhar mais uma vez com esse carro.

Zoroastro

da "Folha de São Paulo" de hoje:

Em 1992, os empresários Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira se reuniram em Saint Louis, nos EUA, para uma conversa com August Busch 3º, o todo-poderoso dono da maior cervejaria do mundo, a americana Anheuser-Busch. Busch 3º propôs a compra da Brahma, que, em 1989, tinha sido comprada pelo trio de investidores. A resposta dos três foi surpreendente. Disseram a Busch 3º que um dia seriam importantes acionistas da fabricante da Budweiser, a mais famosa cerveja da empresa.

hemisférios

é estranho abandonar um velho costume, não? estou tentando deixar um para trás e, a cada vez que me submeto à nova cerimônia, acho a coisa mais sinistra do mundo. mas é para coisas assim que existe a evolução da humanidade, uma das coisas que me fazem gostar de viver.

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de vez em quando meu cérebro tenta me confundir, e fica jogando perguntas para ele mesmo responder. só que hoje um dos dois hemisférios na cabeça está desligado, e essa partida de squash não aconteceu.

mas o lado que está desligado é o lado correto do cérebro.

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a cor do dia, sem dúvida, é azul. em tom claro. mas não chega à tonalidade do céu. de preferência em alta velocidade.

onda

“Head home”, do Midlake. parece que eu liguei o rádio e estou em 1975. e, por incrível que pareça, é gostoso.

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hoje o dia rendeu. dormi melhor, graças a umas medidas simplórias (meias, blusa, porta do quarto fechada). tão simplórias que eu não me lembro do motivo de não tê-las usado antes. talvez porque seja difícil de enxergar coisas óbvias, não? talvez…

então o trabalho fluiu melhor, uma pressão psicológica se dissipou, deu tempo de tudo e até de coisas que eu já nem esperava resolver hoje. é bom quando isso acontece, e me deu uma certa tranqüilidade pelo resto do dia, porque dali pra frente tudo já era lucro.

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e amanhã, será que vai dar peixe?