dália negra

o dia todo pensando em "I’m a terrible person", aquela música filha única do Rooney que ganhou fama com o "The O.C." e ficou bombando na minha cabeça graças ao comercial desse novo perfume da Carolina Herrera, maravilhoso. já falei dele aqui, e já falei da Lisa Cant, minha musa, que estrela o referido.

ai ai… Lisa Cant… e eu aqui, vestido de burocrata, atendendo gente mal amada que bate todo dia às portas da Telerj, e sem meu Lexus SC 430 cor-de-fanta-uva-e-com-bancos-caramelo. por enquanto. o difícil vai ser convencer a Lisa a se sentar no banco do carona, mas… dá tempo.

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pena que não dê pra postar imagens no blog, senão eu colocaria uma dela aqui. bem, coloco de casa, tá? aí vocês sonham um pouco também. por falar em pena, é triste que nem todo dia chova. seria bom ter 200 dias de chuva ao ano, mais uns 100 só de tempo nublado e uns sessenta de sol, quando muito. mais cinco de neve… e a conta fecha.

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"fazendo o mal em prol do bem". uma boa frase, não?

dália branca

uma boa notícia para o futuro próximo: é só treinar, estudar e me matar durante um mês que as coisas podem melhorar. mas não podem: elas vão. assim, no imperativo afirmativo mesmo, para que fique claro. depois é só comemorar. com suco de laranja, claro.

(batizado com vodca)

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preenchendo uma ficha hoje, o campo “profissão” pela frente. hesitei: queria escrever “escritor”, mas provavelmente me chamariam de caloteiro. aí lembrei que trabalho na Telerj, e foi isso que acabei por colocar. talvez fique na Telerj por pouco tempo, mas nunca se sabe. e sempre dá pra melhorar.

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parece que ganhei a confiança da chefe. ela comenta comigo as impressões que tem em cada reunião, fofoca das politicagens de dentro da empresa, me confia umas missões importantes, gosta da forma como escrevo. sem contar os elogios rasgados à minha rapidez, feitos na semana passada e que me ainda me fazem bem. mas o que eu posso fazer? como eu disse ali em cima, mais. apenas isso: mais, e melhor.

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almoço com os cavalheiros da XP investimentos. entre garfadas no PF japonês, expectativas sobre a taxa básica de juros dos EUA, guarda-chuvas estilo “Sinhá Moça” e passos apressados, a constatação: eu amo meus amigos. esses caras são demais.

pouco depois, os juros caíram e um (outro) sorriso se abriu de lado a lado na minha face.

dália

inscrição no pilates feita, rendimentos chegando, uma Vogue Homem atrasada e uma GQ Portugal no tempo certo. eu não tenho grandes novidades, exceto pela contemplação de certas coincidências, pelo frio na barriga de certas expectativas e pelo gosto de começo de ano, já que o carnaval está indo embora.

e ah, meu amor, o seu jardim está cada vez mais verde e as amoras estão maduras.

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achei o modelo perfeito de Rolex para mim. perfeito mesmo, apesar do movimento ser manual. agora é só conseguir os onze mil dólares que essa coisa custa nos EUA… e ser feliz. agora já sei do Rolex, do IWC e do Patek Philippe perfeitos para mim.

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como é que é?

spot

Acho que a cidade não está funcionando como foi planejada, mas me fascina essa utopia de conceber uma cidade a partir do nada, é algo mágico.

Michel Gondry, cineasta, sobre Brasília, na "Folha de São Paulo" de hoje. detalhe importante: ele nunca visitou Brasília.

magnopyrol

esse foi um final de semana conturbado, embora eu não tenha deixado isso transparecer. na sexta-feira, depois de umas falhas de comunicação no trabalho, cheguei em casa derrubado, fragilizado, perguntando para que é que tudo isso servia. e não achei resposta fácil, então baixei a guarda. fiquei acordado até tarde, e nesse período foi f*** conviver comigo mesmo. dificílimo de me agüentar. mas as últimas imagens antes de dormir, da final feminina do Aberto da Austrália, iriam me ajudar no outro dia.

dizem que não há nada como um dia após o outro, com uma boa noite no meio. e foram dez horas de sono, até o meio-dia, que valeram bem a pena. acordei, comprei comida, almocei e fui me dedicar ao meu novo projeto. quatro horas nele, que bom. gosto de ver que às vezes tenho concentração suficiente para fazer o que quero / preciso. e à noite, convidado pra uma soirée na casa dos Chad, fui lá comer raclette e fondue, jogar conversa fora com gente bonita e lembrar para quê a vida serve. na volta, “A matter of feeling”, do Duran Duran, reiterava o que eu vinha pensando desde então.

e hoje acordei bem melhor, sabendo de novo o que fazer: emagrecer, estudar, trabalhar pelo prazer de ver as coisas andando e pelo próprio prazer de trabalhar. lembrar que, pra chegar onde eu quero, há muito trabalho e muito sacrifício pela frente, e lembrar que preciso de concentração e foco para chegar lá. e nunca me acomodar, nunca me deixar enfraquecer por mais tempo do que uma noite de sexta-feira e uma manhã de sábado. dói, eu sei. mas sem dor não há crescimento, sem abdicar de alguns prazeres não há resultados.

(basta ver uma madrinha de bateria na “Folha de São Paulo” de hoje, dizendo que não come pizza há nove anos. pelas formas da dona, valeu a pena)

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o mais legal de tudo é que, para eu conseguir consolidar tudo isso na minha cabeça, precisei encarar 45 minutos de bicicleta ergométrica, mesmo machucado, e depois dar uma volta pelo Lago Sul, com as janelas do carro baixas, para poder inspirar o que se respira por ali. Brasília é capaz de me animar. e o Lago Sul, pelo que me representa, mais ainda. preciso passar ali de vez em quando e me lembrar que é onde quero chegar, que o bairro significa muito pra mim, que é um dos meus maiores motivos para crescer, evoluir, seguir em frente.

o outro é você, meu amor. mas se você não estiver comigo, paciência, vou em frente da mesma maneira. como tem sido até agora, e como talvez tenha que ser mesmo.

cassis

eu torci pela Sharapova na final do Aberto da Austrália. até o final. mas, desde o começo daquela partida eu já estava apaixonado pela Ana Ivanovic. e, a partir de agora, ela é a número 1 da minha torcida, com a Sharapova em segundo.

falafel

já comuniquei à imobiliária que aqui fico mais um ano, já decidi sobre o concurso, já investi na politicagem e, por enquanto, ela não chegou a um bom resultado (mas vai). desacelerei e dormi dez lindas horas hoje, depois da final feminina do Aberto da Austrália (que será discutida por aqui logo logo), ainda não enviei a agenda pro meu pai e minha barba, essa que ficou enorme, será devidamente podada em uma hora.

sobre o Pilates, estou atrasado, e sobre a estratégia de investimentos ainda não chegou a hora de decidir. “A princesa e o plebeu” vai ser exibida hoje à noite, alguém aí pilha de assistir comigo?

oferecimento

então o que tenho para lhe oferecer nesse momento, meu amor, é o seguinte:

- uma insônia
- uma barba que insiste em crescer
- uma vontade de fumar (logo eu, que não fumo)
- umas dores nas costas
- uma otite
- um lote de ITSA4 (e cinco de KEPL3, que lhe pode ser útil se o romance durar)
- uns bombons de chocolate
- umas promessas pela metade de uns sonhos por inteiro
- um abraço e um beijo.

e se isso não for suficiente para transpor esse lago oceânico entre nós, meu amor, me avise, e eu procuro ser outro, ainda melhor, para que você esteja aqui dentro de mim.

wagamama

eu não queria chegar em casa num final de tarde de sexta-feira com um único pensamento, mas cheguei: dormir é preciso.

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mas tem a final feminina do Aberto da Austrália, então não é bem dormir. é sonhar acordado, depois dormir.

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hoje eu soube que temos um ministro chamado Guilherme Cassel. que não faz diferença nenhuma. agora eu sei que ele é ministro, mas continuo sem saber de sua necessidade.

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eu sou contra prestar concursos. detesto o jeito concurseiro de viver a vida às custas do governo. mas apareceu um que tem uma área legal para trabalhar, aí fiz. paguei a taxa. imprimi uma pilha de coisas pra começar a ler neste final de semana, e já comecei. semana que vem chega meu Rivotril, para caso eu não agüente essa vida.

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o clipe de “Special cases”, do Massive Attack, é bem bonito. mesmo. fico até me perguntando se essas coisas existem de verdade…

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será que esse ano eu paro de usar minha maldade e me torno um cara bonzinho, pela primeira vez em vinte e seis anos? é pra se pensar…

poda

lista de coisas pendentes por aí:

- refazer a estratégia de investimentos em opções
- procurar um lugar para fazer pilates
- comunicar à imobiliária que vou renovar o aluguel aqui
- investir na politicagem que fiz essa tarde
- desacelerar lentamente, pra dormir bem no final de semana
- assistir “A princesa e o plebeu”
- decidir se vou ou não vou prestar um concurso aí
- enviar minha agenda 2008 pro meu pai, já que graças aos meses que passei sem fazer nada em 2007 eu quase não usei a do ano passado – que só agora tem seu uso acelerado
- retirar do carro o excesso de cds
- não deixar a barba crescer além da conta.

tô esquecendo algo?

recompensa

então hoje foi a fatídica apresentação. surpresa: antes mesmo de começar a chefe me fez altos elogios, comentou da minha velocidade, da quantidade de coisas que eu consigo “fazer ao mesmo tempo”, coisas do tipo. encheu a minha bola. então comecei a falar, e logo de cara já dei uma confessada: eu sou o Gregory House da Telerj. disse, com todas as letras, que não gosto das pessoas que atendo, e que o meu interesse ali é resolver os problemas. que o meu interesse é científico e em ver as coisas funcionando, e que pouco me interessa a felicidade de alguém que mora em Cricoricoraba e teve a vida mudada por um par trançado e agora pode ligar para a comadre que mora em Porangaba do Leste.

falei dos principais desafios lá dentro, do que quero fazer, de qual posição eu aspiro lá dentro – isso mesmo, na frente de todo mundo. falei que desprezo o modelo concurseiro de se dar bem na vida, que quero ir pra iniciativa privada tão logo ache um emprego que me pague melhor por lá, que meus parâmetros de trabalho são os da iniciativa privada. falei o que gostava e o que não gostava, ilustrei tudo com fotos da Regina Duarte, conforme mencionei por cá, e saí de lá me sentindo bem. aliás, ótimo. e ninguém me tirou isso o dia todo, e eu continuo me sentindo bem.

eu prometi a mim mesmo que provaria, para o meu tio e para mim, que não sou um cara nascido pra ficar no serviço público. comecei o ano bem. e vou terminar com ainda mais produtividade, resultados e dinheiro no bolso.

betacaroteno

muita coisa pra fazer: avisar a imobiliária que vou renovar o aluguel por mais um ano, atualizar o Portal do Geólogo, lembrar de passar todos os cremes na pele (são quatro!), procurar um lugar para fazer Pilates, estudar pra ser alguém na vida, emagrecer mais.

é muita atividade.

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amanhã tem apresentação de resultados na Telerj. todos no meu departamento foram intimados a fazer um Powerpoint com o que fizeram no período, para que todos saibam. eu fiz a minha na sexta. como toda apresentação feita por Eduardo Palandi, tem nove slides. porque se você faz uma apresentação com dois dígitos (ou até três) você não tem poder de síntese. e eu entupi minha apresentação com fotos da Regina Duarte, porque ela representa bem a gentinha para a qual eu trabalho: barraqueira e dona de uma retórica falha. quer dizer, eu achei bonito o “eu tenho medo”. enfim: Regina, você é melhor que o povo para quem eu trabalho. foi uma homenagem de fã, vai.

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um dia inteiro de reunião é pra fazer qualquer brasileiro ficar na pior. menos eu: mais um bom momento pra pagar de gatinho, e assim foi. que delírio.

memorial

Como se fazia para descobrir se as pessoas tinham o perfil certo para sobreviver no banco?

A gente pegava um recém-formado em Harvard e botava na pior função possível. No Garantia, era liquidante, o sujeito que andava com os cheques para todo lado. Todo mundo tinha que entrar como liquidante. Se ele vinha de Harvard mas não era competitivo já pedia para ir embora aí. É a primeira seleção, esse não servia. Eu entrevistava 150 estudantes de universidades americanas por ano, contratava cinco e, depois de um ano, sobrava um.

L. C. Fernandes explica como as coisas deveriam ser no serviço público brasileiro. (via Felipe Chad)

nero

assisti pela tevê ao desfile da Ellus, uma das minhas marcas nacionais preferidas, ontem à noite. foi numa estação de trem, o cenário teve iluminação indireta e teve Bauhaus na trilha sonora, dentre outras grodigueiras.

o que isso significa? que, infelizmente, teremos uma overdose de roupa preta no inverno. lamentável.

voltou

caros quatro leitores deste blógue,

as atividades foram suspensas durante parte da semana por conta da renovação do domínio (palandi.com) e da hospedagem desta página, que vencem sempre a meados de janeiro. tudo já foi resolvido, e teria sido mui antes se os bananas que hospedam tivessem retornado alguns contatos que fiz.

estamos atualmente na sexta temporada, emendada sem férias na quinta, embora o ritmo de atualização esteja ruim e qualidade do que escrevo aqui esteja ainda pior. mas vamos melhorar. não posso prometer, só trabalhar para que isso aconteça.

de toda forma, repetindo aqui o que já desejei dias atrás, feliz 2008 a todos nós, porque nós merecemos.

cordialmente,

a Diretoria
capi ero alousca

pedrada

minha chefe disse hoje que, passando essa semana, onde uma série de rabanetes está a ser descascada por mim, ela vai me dar um dia de folga.

se ela disse isso é porque estou trabalhando. e eu me sinto como se estivesse, embora não me sinta como se estivesse trabalhando muito. quer dizer, é uma questão de referencial, né? então pelos padrões da Telerj eu estou trabalhando demais, mas pelos meus é muito pouco.

eu não vou pegar o dia de folga, ao invés disso vou pedir pra ela interceder junto à gerência de redes para que eu possa acessar o Estado Civil lá do trabalho. acho muito melhor do que ficar em casa durante um dia. e me ajudaria a manter a sanidade.

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mas o que eu preferia mesmo era que ela dissesse que eu trabalho tanto quanto na iniciativa privada. me ajudaria a exorcizar aquela fala do meu tio, que é uma das coisas que eu mais quero fazer esse ano.

apresuntado

a história do dia (com um mês de atraso, reconheça-se) vem do Daniel Gallas, do blog da BBC Brasil sobre Londres:

Spam Party

Tudo começou com um e-mail inofensivo da área de tecnologia da BBC informando que um serviço anti-spam da empresa entrara em manutenção para investigação de uma pane e que um servidor alternativo seria colocado em ação.

Não entendeu? Nem eu. Apaguei e continuei trabalhando.

Alguns minutos depois, recebo outro mail de um dos mais de 26 mil funcionários da BBC: "Porque estou recebendo isso?" E na seqüência, mais um punhado de mails com alguma variação da mesma pergunta.

No décimo mail, a explicação: estávamos todos em uma lista de avisos para funcionários da BBC com sobrenomes que começam com as letras G, H, I e J.

Ironicamente, o serviço anti-spam deu início a uma série de e-mails indesejados (ou seja, spam) de funcionários reclamando sobre… o recebimento de e-mails indesejados (pasmem, spam!).

Eu acho que a coisa começou a sair do controle lá pelo décimo sexto e-mail, quando um funcionário do escritório em Belgrado, na Sérvia, mandou a seguinte mensagem: "Eu apenas acho que todos gostariam de saber que está frio aqui e que tem uma banda cigana tocando".

Foi o divisor de águas. A partir de então, nos dividimos em dois grupos: os funcionários de G-J que estavam irritados com a proliferação de bobagens e os G-J que estavam(os) gostando da brincadeira.

O segundo grupo inclusive começou a planejar a Primeira Festa de Natal dos Funcionários Espameados da BBC com Iniciais de G, H, I e J.

Aqui estão alguns dos mais de 100 e-mails que recebi de funcionários da BBC – desde um correspondente de automobilismo na China à uma diretora de um seriado de televisão de ficção científica, aqui em Londres:

- "Alguém quer tomar uma cerveja hoje?"
- "Parece uma boa, especialmente com uma banda cigana tocando no fundo"
- "Estou me sentindo um pouco frágil hoje de manhã depois da festa de Natal de ontem, então talvez tenha que tomar uma cerveja outro dia."

- "Posso trazer tortas de frutas?"
- "Desculpa perturbar todos, mas eu gostaria de uma torta de frutas, porque hoje é meu aniversário."

estância

ontem rolou um evento aqui na Telerj, bastante constrangedor. mas bastante mesmo, a ponto de eu querer um airbag para enfiar a cara de vergonha diante de declarações de gente daqui de dentro mesmo. mas a vida não é um carro de primeiro mundo e não havia onde enfiar a cara naquele momento, uma pena.

pelo menos consegui descobrir (hoje cedo, na verdade) uma informação que, se não vai ser útil, pelo menos pode ser divertida. porque, se não dá pra mudar a politicagem alheia, que me afunda a cara de vergonha, pelo menos eu posso ter a oportunidade de colocá-la em lugares mais interessantes.

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segundo a página do Cláudio Humberto, roubaram o gabarito de uma prova da Escola Americana no final do ano passado. depois da acusação da Nancy em sua nova música, aquela que diz que "não há espaço pra dois punks na Escola Americana", tá aí uma outra acusação grave. eu sempre quis que minhas filhas estudassem lá até a high school, quando elas serão despachadas para a Suíça e só voltarão quando aprenderem italiano, francês e alemão. de toda forma, se não for na Escola Americana, onde elas estudarão aqui em Brasília?