por enquanto a minha música continua sendo essa.
Archives mensuelles: avril 2007
the fear
estou com medo desse post aqui.
three
certos dias eu gostaria que nunca tivessem acabado. certos olhos eu gostaria de encarar para sempre, qualquer que seja a cor deles, qualquer que seja a cor da tempestade que eles despertam dentro de mim.
e quanto mais o tempo passa, mais eles se eternizam dentro de mim também.
two
tem alguma coisa errada no meu sono. está mais curto, mais leve. bem mais leve. acordo três, quatro, cinco vezes durante a noite. continuo sem ter sonhos, como na maior parte da minha vida – os meus sonhos são todos daydreams. e acordo como se não tivesse dormido mais que dez minutos, em uma sensação de que estou praticamente varado de sono.
*
conheci ontem a Lisa e o Thiago. adorei, como não poderia deixar de ser. se ela vier morar em Brasília, vai ser ótimo. se for pros EUA fazer doutorado, também. lindo, não?
*
parece que quarta-feira a minha vida muda. a conferir.
one
viver é arriscado. eu gosto de riscos.
névoa
para dizer aos leitores que uma picape como a Mazda BT-50 não faz sentido nenhum no Reino Unido, o repórter do Top Gear usa uma metáfora espetacular:
Think cheerleaders at cricket matches; it really isn’t done.
lindo, hein? na verdade, isso está aqui porque não tenho o que escrever hoje.
setantotto
hoje é aniversário da minha avó. deixem aí nos comentários as suas felicitações à dona Vicentina.
a.
o Marcelo me ligou agora há pouco e prestou um esclarecimento importante, algo que explica bem certas coisas que estou sentindo e não sabia porquê. valeu, chefe. falta pouco pra superar essa fase.
*
então amanhã ficam prontas as chapas da minha perna, e as levarei ao ortopedista na outra semana. enquanto isso, tome tratamento. tome tratamento. tome tratamento.
galeria

Hedy Lamarr (1914-2000), atriz vienense conhecida por “Sansão e Dalila”. dentre todas as atrizes de seu tempo, como Ava Gardner, Lana Turner e Vivien Leigh, Hedy Lamarr foi a que deixou o maior legado para o Brasil. a prova disso? vê aí quantas mulheres no Brasil não ganharam o nome de Edilamar.
(nota: eu dei Google nos dois nomes juntos e parece que ninguém, mas ninguém mesmo, parece ter sacado a conexão. com isso eu me sinto como se tivesse tido uma idéia realmente original, ou seja, ganhei o dia)
devagar…
quase parando. depois da adrenalina de ontem, ordens médicas me impedem de ir tão rápido nesta quinta-feira. metade do meu departamento não veio por viagem, férias ou licença médica, comecei a fisioterapia, tomei outro sorvete, dormi pouco. e não tenho novidades.
e meu companheiro desses dias tem sido o “Urban hymns”, do Verve, um disco clássico.
então…
alguém aí aceita um pão de queijo?
a cidade queimada
de volta com o terno, hoje cedo foi a primeira reunião depois de tudo acertado entre meu chefe e eu. era evidente o descompasso entre as cinco pessoas presentes, cada uma com um ritmo e umas idéias diferentes. nesse caso, pior para quem trabalha mais rápido e tem de ouvir discussões sobre a agressividade dos textos.
bem, depois de ser criticado desse jeito pelos pares e defendido pelo chefe, lá estou numa poltrona do canto, assistindo aos quatro se digladiarem. meu papel, ali? o de ouvir todo mundo falando enquanto penso em Aruba, Bonaire ou Curaçao, para as férias de 2009…
(não continua)
sossego
certas perguntas não escolhem hora para serem feitas. quando saem, fazem estrago, independente de quando. então me fizeram uma pergunta*, eu queria não ter resposta para ela, mas eu tinha. mas não dei, preferi mudar de assunto.
* não, não me peçam para contar qual foi a pergunta.
um mundo melhor
a boa notícia do dia. tomara que seja para sempre.
verão?
acabei de descobrir uma das sensações mais gostosas da vida: é quando, a meio da tarde, você desce para comprar um sorvete e volta pro trabalho com a boca suja de chocolate. você já produziu bastante (três textos impecáveis), já teve reuniões com o chefe, já ouviu dele algo que precisava ouvir, já acertou tudo o que tinha de fazer. e agora está voltando pro escritório com a boca suja de chocolate e a sensação de dever cumprido.
Lex Luthor
uma vez o Felipe disse que eu era “o Nelson Motta da geologia”. exagero dele, mas quando vejo notícias bizarras tipo essa da descoberta da criptonita, não dá pra não reportar, certo?
iniciando
no trabalho, sem terno eu não sou porra nenhuma.
foi-se
um minuto de silêncio pela morte do Boris Eltsin, que nunca é demais lembrar, tomou um megaporre no final de 1991 e desmontou o socialismo – e no outro dia, de ressaca, privatizou as estatais russas.
bom dia
bom dia, tudo bem? por aqui, prenúncio de chuva (100% de possibilidade, ou seja, uma certeza), de reuniões infinitas, de pouca fome e algumas conversações. e a semana começa ao som do Verve, com “The drugs don’t work” e “Lucky man”, esta última dedicada ao ministro francês do Interior, Nicolas Sarkozy.
miau
Gata leva mais de um ano para cruzar a França em busca dos donos
Nancy, França – Uma gata de três anos percorreu 800 km em treze meses entre Bordeaux (sudoeste) e La Meuse (nordeste) para reencontrar seus amos, contaram os donos do bichano nesta sexta-feira. Desaparecida em março de 2006 no sudoeste da França, na véspera da mudança da família, a gatinha “Mimine” foi vista por seu dono na terça-feira em Tréveray, cerca de 13 meses depois e a 800 km do local onde vivia.
“Nós pensamos em todas as hipóteses. Seria ela ou não? Nós achávamos que alguém havia conseguido uma substituta e a trazido aqui para Bordeaux”, contou a dona, de 35 anos. “Mas seu pelo é o mesmo, seu comportamento é igual, e as crianças a reconheceram”, afirmou, acrescetando que Mimine foi na direção dos amos para “pedir carinho”.
A gata, que não tinha nem tatuagem, nem coleira de identificação, quase não traz mais vestígios de sua aventura, com exceção de alguns carrapatos e das patas cansadas. Três veterinários consultados pela AFP disseram que a aventura da gatinha é “inconcebível”, “incompreensível” e “inimaginável”.
“Não há qualquer explicação científica. É muito curioso que a gata tenha viajado tanto até um local onde nunca havia estado antes”, disse a veterinária Marie-Pierre François, veterinária especializada em medicina e cirurgia felina.
pretzel
em tempos de discussão sobre a legalidade das máquinas de caça-níquel no Brasil, com esse envolvimento todo dos bicheiros e que culmina na “máfia das sentenças”, um texto sobre a experiência do João Martinho com elas, em Valência, se torna ainda mais interessante.
R.
nada pra escrever, então até amanhã.
Coca Light Zero
ela chegou essa semana a Brasília, e a encontrei nas gôndolas do Big Box do Sudoeste ontem. trouxe logo duas garrafas de dois litros para casa, e acabei de abrir a primeira. resultado: o gosto é bom, a diferença para a Coca Cola Light é sutil. mas a Zero, até onde percebi, deixa um retrogosto que parece o de uma cola genérica. espero que as duas opções se mantenham.
o cara
toda vez que vejo algo sobre a relação da torcida do Flamengo com o Obina, quase que eu viro flamenguista também.
nacional
e as palavras voltaram a me faltar, e o telefone do outro lado não tocou.