um post que eu gostaria de nunca escrever

suspendo temporariamente meu exílio no décimo andar para escrever sobre algo que eu nunca gostaria de escrever. depois de uma longa luta, faleceu na noite de ontem a d. Bernadete, mãe dos meus queridos Felipe, Erika e Cláudio. tenho tendência a, sempre que acontece uma coisa dessas, colocar-me no lugar do filho da pessoa que nos deixa e pensar o que é que seria da minha vida se acontecesse (toc toc toc) com meus pais.

mas não gostaria de falar desse ponto agora, e sim de registrar que estou abalado com a notícia. e queria expressar minha solidariedade com eles mais o Penna, a d. Edina, os irmãos da d. Bernadete e todos os que com ela conviveram. fica difícil lembrar de uma pessoa tão lutadora quanto ela, por toda a vida, até o último instante. e é preciso agradecer, também, tanto pelo carinho que ela me dedicou quanto pelos três amigos maravilhosos que me deixou de herança. é o que posso fazer, então muito obrigado, dona Bernadete. e a eles, se estiverem lendo isso, que contem comigo para o que quiserem / precisarem.

gongando

e bem no momento mais tedioso da conversa rolou aquela reação inesperada que salvou-me da morte: enquanto meu interlocutor falava sobre algo que não gostava, eu bocejei gostoso. foi totalmente involuntário, mas foi uma delícia perceber que meu corpo não concordava nem um pouco com aquilo.

Alexandria

o negócio é ser como o diamante: ter o mesmo brilho e a mesma resistência. um dia eu chego lá.

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meu pai me informa que nesse momento chove a cântaros em Deprelândia, enquanto aqui as coisas estão quentes como num dia senegalense médio. melhor tomar cuidado ao sair de casa hoje, melhor comprar um chapéu de chuva (guarda-chuva, se você for brasileiro).

*

volto da academia. parece que ontem eu jantei granito, de tão difícil era fazer os abdominais hoje. mas foram 30 a mais do que a minha série manda, então tá legal.

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é duro tentar escrever quando não se tem nada a dizer né? é duro feito diamante…

proibido chegar

eple diz:
você tem cara de vidente, Zegedro
Zegedro diz:
hahahahahahaha
eple diz:
podia muito bem comprar um turbante, tomar um ácido e montar uma banquinha ali perto do McDonalds da 5
eple diz:
e começar a prever a desgraça alheia
Zegedro diz:
boa…
eple diz:
“o que tem hoje? ih, você vai morrer”
Zegedro diz:
“se vc olhar pro lado agora vai levar um tapa” aí é claro que o cara olha. e eu: PÁ!

(não estou) em Nova Iorque

- tomei posse no serviço público
- senti no corpo a tentativa de me readaptar a acordar cedo
- quase matei meu pai de tanto orgulho
- me aborreci com a falta de coisas novas para ouvir no carro (as mixtapes do Zero 7 e do Tiësto precisam ser gravadas, e logo)
- comi sanduíche de pernil com queijo e abacaxi, à la Cervantes, no Carpe Diem do Terraço Shopping
- constatei o medo alheio
- fiz alinhamento nas rodas do meu carro
- percebi que preciso de muitas camisas sociais
- li um pouco sobre dialetos finlandeses falados na Estônia e sobre uma ilha finlandesa onde a língua oficial é apenas o sueco
- escrevi aquele editorial sobre ouro para o Portal do Geólogo
- estressei o Craudio pedindo para que ele passasse a entrada abaixo para o alemão
- descobri que a noiva do meu irmão mais velho tem um blógue

acho que foi isso. se você participou do meu dia e quiser me lembrar de alguma coisa legal que rolou, me avise.

33

Als ich die Folie von der Lunge für den Arzt, im Gesundheitszentrum, sah, zeigte er mir das Klümpchen von 1cm groß, so demonstrierte die Entscheidung der Prüfung, daß ich so ein Ding hatte, sagte ich auch daß mein Arzt in Bedrückungland mir mitgeteilt hatte, dass es nichts besonderes war. Dieser Arzt meinte dass es vom eine schelcht geheilte Lungenentzündung geht, und – meinte er – die portugiesisch Erbe, manchmal führt, jene Sachen im Körper zu erscheinen, wegen der Genetik. Ich vergaß, dem Arzt zu fragen, falls schlecht geheilte Leidenschaften auch sowas verursachen können, und falls sie es schaffen, vielleicht bei mir ist es keine Tuberkulose.

(tradução de Cláudio Chad para um post que eu não queria que entrasse em português. valeu, mestre Craudio)

l’inspecteur

cheguei há pouco do laboratório, onde fiz um exame que já deveria ter feito. não queria furar o braço mais uma vez, mas a exigência foi imperativa e eu tive que dar o braço a torcer, ou melhor, a picar. o resultado sai na hora do almoço, trinta horas antes do prazo inicialmente estipulado. e, para adiantá-lo, bastou dizer “amanhã à noite é muito tarde, não tem condições” enquanto fazia um olhar do tipo “ou você muda isso pra daqui a cinco horas ou você sai daqui direto pr’uma gaveta do IML”.

*

senha número doze, é minha vez.

“- Luís Eduardo?”
“- bom dia, sou eu.”
“- por aqui, por favor.”
“- ah, ok.”
“- você não chora não, né?”

como assim? eu não sou emo, oras.

“- não, não choro. mas não posso ver sangue, tenho que olhar pro outro lado.”
“- não se sente bem?”
“- das duas últimas vezes que fiz isso eu desmaiei.”
“- e seringa e agulha, pode ver?”
“- não.”
“- nem pra ver se é descartável?”
“- eu sei que é.”
“- não pode confiar assim nos outros.”
“- tem razão, perdi minha confiança em você.”

*

na saída, surpresa: três fornos elétricos e duas máquinas de café da Nestlé, esperando para fornecer pão de queijo e capuccino de graça para quem fizesse exame. comi cinco mini-pãezinhos e tomei dois capuccinos carregados de adoçante e canela, doces a ponto de transformar a glicose de uma pessoa média em… sei lá, um merengue humano. só não tomei de baunilha porque não tinha, do contrário eu tomaria cinco e mudaria meu nome para Henrique Coelho. e voltei pra casa ao som de “Still life”, do Suede, aquela música que adoro ouvir pela manhã, logo depois que acordo e me certifico de que estou vivo.

tudo bem, “Still life” tem o sentido original de “natureza morta” e fala sobre uma dona de casa que fica numas de “isso não é vida”. talvez a minha também não seja, afinal.

roedor

a Anita é um gato tão legal que a sílaba tônica do miado dela é a primeira. assim, ao invés de dizer “mi-áááu”, ela diz “míííau”. isso quando diz alguma coisa, é claro. ela deve miar uma vez por semana, e é tão baixo que ninguém escuta – a menos que seja à beira da porta da varanda, pedindo para que a gente abra e ela possa tomar um ar.

acho que só ouvi ela gritando uma vez na vida, quando a gente decidiu adotar uma fêmea que morava no telhado do vizinho e estava em gestação. a Reclamita (nome dado ao gato porque só sabia reclamar) foi se aproximando da Anita, chegando perto cada vez mais… e Anita, que tem certeza que é a dona da casa, impassível. quando a Reclamita chegou a uma polegada de distância da Anita, ela não agüentou: soltou aquele berro “MÍÍÍÍÍÍÍAU” e saiu correndo. foi muito engraçado, e é um dos sons que não consigo apagar da minha cabeça.

dedicatória

estou com preguiça de escrever. muita. tanto aqui quanto profissionalmente em qualquer lugar. very disgusting. eu sei, eu não deveria ser assim. e quanto mais penso nisso, mais dá preguiça.

*

na falta de coisas a se escrever, uma dica: uma página com webcams nas Caraíbas (Caribe, se você for brasileiro), várias delas apontadas para a praia, bem aqui. entrei em umas cinco delas hoje, só para pensar em como seria bom ouvir alguma coisa de chill-out, deitado de frente pro mar, besuntado de FPS 60, tomando alguma coisa tipo Schweppes Citrus. é, tudo bem, podia ser algo alcoólico, mas estou com vontade de algo deliciosamente ácido. e de ver o sol se pondo como uma enorme bola de fogo no horizonte, o céu vermelho e aquela sensação de infinito.

*

não queria começar a quarta-feira tirando sangue para fazer um exame ridículo. mas nem sempre dá para estar nas Caraíbas, né?

graças

uma boa notícia veio do governo (coisa rara…) nesta segunda-feira: o Zé Alencar, presidente em exercício, sancionou a lei que tira do Instituto Brasileiro de Resseguros o monopólio dos resseguros no Brasil. como todo mundo lembra (ou ao menos deveria), o IRB foi um dos focos de corrupção endêmica cagüetados pelo Roberto Jefferson, dois anos atrás. infelizmente, no entanto, o governo não pretende privatizá-lo.

pro tronco, Isaura

oi, meu nome é Isaura e eu sou uma escrava da academia. meu instrutor é o sinhozinho, a esteira ergométrica é o tronco. o avaliador físico, que é o coletor de impostos do Império, disse na semana passada que Isaura tinha mais gordura do que parecia, então falou pro sinhozinho aumentar o tronco e o circuito “de joelhos, cão” pra Isaura, aí agora a escrava tem que correr 10 minutos a mais do que antes.

no primeiro dia com isso, sexta-feira passada, ainda era teste, e Isaura mal se agüentava em pé. ainda por cima, deve ter acabado com a água de toda a fazenda, de tanto que bebeu. e saiu do tronco-academia pensando “sinhozinho é muito malvado, Isaura nunca vai conseguir isso”, de modos que nessa hora Isaura nem sentiu mais vontade de voltar no tronco para tomar nova surra na segunda.

mas Isaura é uma escrava de fibra, e decidiu suportar o capataz e todo o establishment rural mais uma vez. e não é que, tomando as devidas precauções, Isaura hoje tirou mais ou menos de letra o novo castigo? pois é, correu tudo bem. na hora combinada, a danada agüentou firme as porradas do branco opressor e ar-ra-sou, como diria a modista da sinhazinha fashion week. e amanhã Isaura vai pro tronco cantando, podem apostar :)

W

coloquei uma música que me fez lembrar do quão importante (e gostoso) é saber das prioridades que tenho de colocar na minha vida – e efetivamente colocá-las. “esse é o ano”, já disse ontem o profeta Rollo.

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leio na “Veja” que o “Casino Royale” é o filme de maior bilheteria no Brasil e fico animado: não é uma guinada do Brasil rumo ao bom gosto, não é uma constatação de que os espectadores gostaram de ver o Bond apaixonado (coisa que não acontecia desde o George Lazenby), é apenas uma pequena boa notícia. e tá ótimo assim.

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a quem puder ler, vale a pena a entrevista do Armínio Fraga pra “Veja” dessa semana. um cara que cita Eça de Queirós ao falar do gosto nacional pelo Estado protetor, e que tem quase três bilhões de dólares na carteira de investimentos da empresa, merece ser ouvido.

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mais Bond (todo mundo aqui já deve estar de saco cheio): um dos grandes motivos pelo qual eu gosto tanto do tema de abertura desse último filme é porque ele tem o verso “arm yourself because no one else here will save you”, uma máxima que faz parte da minha vida já há um bom tempo; nesse ponto, é como se Bond e eu fôssemos iguais. é o mais perto que consigo chegar dele.

clepsidra

estava com vontade de batizar todas as entradas deste blógue com nomes de mulheres, durante um dia, mas desisti. não quero ser mal interpretado.

por falar em interpretações, escrevi algo para cá, mas preciso do Craudio ou do Felipe para converter o texto para o alemão. se eu coloco em português, é má interpretação na certa.

é verdade, eu não devia me preocupar tanto com interpretações alheias. mas, se dá para prevenir o problema, melhor fazê-lo.

herói

Fernando Pessoa é meu herói. provavelmente o maior poeta mundial no século passado e um gênio da heteronimia, ainda fez aquele que acho o melhor livro da história, o “Livro do desassossego”. e agora, meu deus, mais um motivo para que ele seja meu herói: ele era um liberal econômico, conforme o texto abaixo, da Folha de hoje:

Coletânea traz Fernando Pessoa como defensor do liberalismo
por Vinicius Mota

Quando o liberalismo submergia, Fernando Pessoa lhe prestou efêmera mas sólida homenagem. Vale a pena ouvir o poeta falar de novo, depois que a doutrina retornou à superfície com a força dos fenômenos naturais.

A proposta é de Gustavo Franco, organizador do volume “A Economia em Pessoa”. O ex-presidente do Banco Central não se limitou a republicar a breve série de artigos sobre comércio do português, quase todos de 1926. Redigiu prefácio, definiu títulos e elaborou apresentações com o fito de mostrar que Pessoa daria ótimo polemista liberal na atualidade.

“Governança corporativa”, “privatização”, globalização”, “clusters”, “branding” são alguns dos termos fora do tempo de Pessoa que vieram, pela pena de Franco, dar mote aos textos do poeta. O uso desse anacronismo provocativo produz resultados interessantes.

Desregulamentação

“Contra as Algemas no Comércio” é o artigo que melhor cumpre o programa de Franco. Veste à perfeição o figurino “Desregulamentação” do título dado pelo organizador. Fosse publicado hoje em uma revista como a britânica “The Economist”, ninguém estranharia.

Fernando Pessoa condena a restrição, pelo Estado, de qualquer tipo de comércio. Barrar importações de artigos de luxo não evita a desvalorização da moeda, pois os outros países tendem a fazer o mesmo.

“Resultado final: prejuízo para o importador; nenhuma influência no câmbio; prejuízo para o exportador; irritação do consumidor.” Todo entrave à troca livre prejudica a população, diz Pessoa. Franco identifica no poeta o “moderníssimo apelo aos “interesses difusos”, consumidores e contribuintes como vítimas contumazes do voluntarismo estatal”.

A atualidade de Pessoa como polemista liberal tem suas explicações. Uma diz respeito ao caráter algo genérico das discussões. A “Revista de Comércio e Contabilidade”, para a qual o poeta escreveu a maioria dos textos, alvejava um público devotado a coisas práticas. Daí a linguagem leve, as narrativas alegóricas, os conselhos e os aforismos de auto-ajuda.

Além disso, o poeta passou a juventude em colônias inglesas sul-africanas. Formou-se em escola britânica e estudou comércio. Adulto, não viveu das artes, mas de cuidar da correspondência estrangeira e de traduções em firmas comerciais.

A melhor tradição liberal britânica fala nos textos de Pessoa sobre comércio. “Quanto mais o Estado intervém na vida espontânea da sociedade, mais risco há de a estar prejudicando”, poderia vir de Adam Smith ou John Stuart Mill. O artigo sobre “as algemas” poderia ser assinado por Herbert Spencer (é inspirado em “O Homem contra o Estado”, de 1884).

O curioso é que Pessoa, em 1926, pregava no deserto. Desde 1870, a hegemonia das idéias e das instituições liberais vinha sendo solapada. A Revolução Russa e a Grande Guerra eram apenas os golpes mais recentes. Ainda sobreviriam a devastadora crise econômica de 1929 e o auge das ditaduras fascistas.

Pessoa notava a transformação. “O aparecimento de concorrências nacionais sobrepondo-se às individuais e o desenvolvimento do princípio sindical” marcavam, dizia, a novíssima etapa da evolução do comércio. Mas, pelo visto, ele não se acomodava àquela onda; era um homem de outro tempo.

Encerrou logo a carreira de articulista econômico e foi cuidar de poesia. De volta, 80 anos depois, o Fernando Pessoa comerciante já não fala sozinho.

A ECONOMIA EM PESSOA * * *
Organização: Gustavo Franco
Editora: Reler
Quanto: R$ 44 (186 págs.)

sem explicação

sonhei hoje que estava em Portugal com uns amigos, e que achei, na sorte, a casa do meu dileto amigo Pedro, quando estava no Porto. no sonho, ela ficava bem em frente a uma agência do Banco do Brasil (!!!), então aproveitei e mostrei-lhe a agência do BB na W3 Sul, que foi rebatizada “Banco do Pedro” por causa desta nova campanha publicitária em vigor.

então ele nos chamou para jantar. como meus tênis estavam um tanto sujos, achei por bem tirá-los e ficar de meias no interior da casa dele. durante o jantar, percebi que eles jantavam com velas embaixo da mesa (!!!), e que teria de fazer um certo esforço para que meus pés não queimassem. da parte do Pedro, tudo que ele me disse foi “péssima hora para tirar os ténis, Eduardo”, hahahahahahaha…

vitamina B6

Modjo – “Chillin’”

estranhezas. os últimos discos que baixei são todos de música eletrônica bem comercial: um do Modjo, um do Tiësto, uma coletânea de house music francesa chamada “My house in Montmartre”, o novo do LCD Soundsystem. tirando umas crises de ouvir Johnny Cash (crise no sentido de recaída, não no de deprê) e “You know my name”, música ultimamente é batidinha, no sentido de que ainda não tomei uma bala e fui pra Trend dançar. ainda.

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Stardust – “Music sounds better with you”

minha avaliação física na academia, hoje à tarde, pode ser lida como meu atestado de óbito. estou muito pior do que pensava. em compensação, vou ficar muito melhor do que jamais pensei.

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Andain – “Summer calling (Josh Gabriel mix)”

o verão chama. peguei minhas havaianas verde-azul-e-laranja e fui com elas ao supermercado. andar de sandálias é legal, desde que observadas algumas regras – dentre elas o dress code de cada situação. comprei Coca Light, quiches de alho-poró, patê de fígado de frango, pão integral com soja… e esqueci, mais uma vez, dos guardanapos. mas lembrei, o tempo todo, que a vida tá uma delícia.

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LCD Soundsystem – “North american scum”

os estadunidenses não são a escumalha da humanidade, nem de longe ou se quisessem.

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We In Music – “Grandlife”

voltei ao Subway, mas infelizmente as loiras de terça-feira já tinham ido embora. decidi arriscar e escolher coisas que nunca havia provado: o número 11, de rosbife, e uma Fanta laranja light. o sanduíche ficou em cima da média, obtendo uma nota 6. a Fanta, coitada, só conseguiu a metade disso. é uma pena, eu realmente gostaria de gostar de Fanta, me parece um refrigerante bem simpático. gostava da Fanta maçã (2002) e da Fanta morango (2003), tristemente abandonadas.

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Spiller – “Cry baby (Målselves Memorabilia remix)”

espero que o boato da terça-feira se concretize. serão dois passos à frente de uma só vez.