cópia carbono
“- alô?”
“- alô, boa tarde. por favor, eu gostaria de falar com o senhor Luís Fernando.”
“- ele não está.”
“- aqui é do provedor Terra, a que horas posso estar ligando para falar com ele?”
“- ah, é do Terra? não temos nenhum interesse, cancelamos uma assinatura do Terra na semana passada.”
“- senhor, eu liguei para estar passando alguns benefícios para ele, a que horas eu posso ligar para ele?”
“- hmmm… daqui a uns trinta anos, quando a qualidade dos seus serviços talvez melhorar.”

e desliguei o telefone.

fuselagem
hoje eu tramei um plano que poderia levar a minha vida a ser algo extremamente triste: tenho a idéia exata de como eu poderia me transformar no Jay Gatsby de Brasília. nos mínimos detalhes. isso seria levar o final do livro às máximas conseqüências, isso seria acabar com a minha vida. eu sei como. mas não pretendo fazer, de jeito nenhum.

deux, c’est mieux!

um clássico de 1977 que figura na sexta posição da minha lista dos dez mais da história. um clássico de 1982 que é dos top thirty. os dois no meu acervo, por apenas 44,87 dólares brasileiros. os dois juntos. não é de matar de emoção?

samba?
alguém precisa dizer ao Lelo que não, não é legal desmontar canetas se você não as sabe remontar depois. ontem ele desmontou a oitava caneta e perdeu a oitava caneta, já que não conseguiu montá-la de novo. perguntou se eu sabia. mas eu me espelho no modelo suíço de diplomacia e não me meto nessas coisas. ainda se fosse uma Montblanc…

radical
Passageiro salta de avião em aeroporto na Flórida

Um passageiro, aparentemente acometido por um ataque de ansiedade, saltou nesta segunda-feira de um avião comercial momentos antes da aeronave decolar do Aeroporto Internacional de Fort Lauderdale, ao norte de Miami.
Autoridades do condado de Broward informaram que o homem estava a bordo de um Boeing 737-300 da companhia aérea Continental com destino a Newark (Nova Jersey), quando, de repente, correu pelo corredor, bateu fortemente na cabine dos pilotos e, em seguida, abriu uma porta de emergência antes de saltar na pista.

“Achamos que se trata de um passageiro com problemas de ansiedade e que queria sair do avião. Ele abriu a porta de emergência e saltou do avião quando este se preparava para decolar”, explicou Jim Leljedal, porta-voz do escritório da Promotoria de Broward.

Agentes saíram imediatamente em busca do passageiro, que ainda não foi identificado e resistiu à prisão. O passageiro foi controlado com o uso de uma pistola eletrônica e, depois, levado para um hospital local, embora as autoridades tenham dito que ele não parece estar lesionado.

O tráfego no terminal aéreo não foi interrompido pelo incidente. As autoridades investigam o caso e como o passageiro conseguiu abrir a porta de emergência do avião, que deveria estar hermeticamente fechada no começo do vôo.

DF Medieval
apresentando aqui um capítulo inédito, escrito por Terrores Filho, quatro anos depois do blógue sofrer sua última atualização:

“A Era de Renato”

Das antigas, no caminho do pancade com os ardilosos cruzeirenses, o Principe Goyas e sua comitiva percorreram caminhos repletos de vacilo. A certa altura, cavalgando de boa por onde seus sagazes juravam ainda ser o sudoca, o principe e sua comitiva desfilaram as vistas de um único homem, com um olhar fixo e vestindo apenas um chinelo e uma camisa com uma estampa de uma montagem do proprio coitado fumando a Grande Pira. Uma visao verdadeiramente sensa.Revolts, assim disse o Sumo-Bróder, que cavalgada ao lado do principe:

“- Olhaí… mafuzado até o sexto…”

Ao que o principe, sempre de bom humor por ter cagado quente no dia anterior, retrucou:

“- Mas bróder, nao dizem as escrituras que Renato ia encher o rabo de drug em seus primeiros albuns?”

O Sumo-brother, parecendo poder responder facilmente:

“- Sim” , segundo Prosdócimo, que tambem abracou com fervor a sapotagem, que já tanto causou vacilo com teus antepassados e continua a por teu reino e tua galera as beiras da onda death. Dizem até que era zura!

E continuou, ja na base do azucrino:

“- Broder, na alta eu vos digo: Renato vira e acendera a grande Pira, que nos fazerá a mente. Renato dará a primeira e rodará para a direita, onde tu estarás e depois eu e todos os bróders!!!”

Já sem paciencia pressaporra mas ainda de bom humor, respondeu o Principe:

“- Renateteucu!”

E todos aproveitaram a oportunidade de rir com verdadeira vontade do Sumo Brother, que com certeza pensou:

“- Ahhhhh fila da puta…..”

50/50
senta-te no chão e conta os sonhos que por ti passam se te olhar. diz-me quais são aqueles passam mais rápido que um leve aperto no coração e os que pairam à tua volta, como se te namorassem e depois fogem, sem qualquer explicação. procura aqueles em que te sorrio e agarra-os; não os deixes fugir. tira dos bolsos as palavras que guardavas para mim, e espalha-as por todos os outros sonhos; eu cá os espero. e enquanto não chegas, eu dobro, bem dobradinha, cada palavra. e guardo, uma a uma, juntinho ao meu coração, só para te sentir mais perto. e quando tu chegares, menina dos sonhos, esvaziaremos os teus bolsos e construiremos, juntos, o nosso sonho a dois.

João Martinho, génio da raça.

croissant
fico espantando em ver que as pessoas têm esperança de ver o Arnold Schwarzenegger concedendo clemência a alguém que espera a pena de morte. o cara é o exterminador do futuro, fala sério!

morte mática
em 1998, paguei 60 reais para ver o U2 em São Paulo.
no final do ano passado, paguei 70 reais para chorar três vezes no show do Wilco (número que poderia ter crescido para dezoito se eles tivessem tocado “My darling”, “In a future age” ou “Red-eyed and blue”).
uma semana depois, desembolsei outros 70 pra ver o Elvis Costello dizendo “essa música eu escrevi com o Paul McCartney” antes de “So like Candy”.

os três gastos perfazem um total de 200 reais, que é o exigido pelos organizadores para assistir o U2 agora.

na boa e com todo respeito a quem vai (meu irmão mais velho, por exemplo), não consigo entender.

toll free III: o desafio final
encerrado o imbróglio que envolveu os provedores de internet, relatados nos dois primeiros capítulos da saga “toll free”, recebi uma ligação de um paiaço da GVT (que, para quem não é do Oeste, é a empresa-espelho da Brasil Telecom):

“- por favor, gostaria de falar com o senhor Mário.”
“- aqui não tem nenhum Mário, gente boa.”
“- quem é o responsável pela linha telefônica?”
“- se for pra pagar conta, não sou eu.”
“- qual o nome do senhor?”
“- Eduardo” (devia ter respondido “Sócrates”)
“- senhor Eduardo, o senhor possui acesso em banda larga à internet em casa?”
“- possuo.”
“- o do senhor é o Turbo, da Brasil Telecom?”
“- não, é o Virtua, da Net.” (mentiraaaaadaaaaaaaa)
“- ah, o senhor é usuário do Virtua…” (voz de desânimo)
“- sim, de quatro mega.”
“- eu estou oferecendo a DSL de 600k, mas não sei se interessaria ao senhor…”
“- mermão, depois que tu pega uma Ferrari, nunca mais quer andar de Fusca.”
“- o senhor indicaria alguém que poderia estar interessado em assinar nosso serviço?”
“- não, não sei quem quer comprar um Fusca. muito menos quando ele custa quase o mesmo que uma Ferrari.”
“- a GVT agradece sua atenção, tenha um bom dia.”

fantástico
ensinamos o Dennis a jogar truco ontem. em parceria comigo, disputou três partidas e ganhou as três, fazendo cem por cento de aproveitamento. na primeira vez em que ele pediu truco, durante o segundo embate, todo mundo (até a dupla adversária) comemorou como se fosse gol do Flamengo…

carioca da gema
como todo mundo sabe, paulistano é uma desgraça, salvo saudáveis exceções. carioca, ao contrário, sabe aproveitar. não resisti a entregar boa parte da “Gente boa”, do Globo de hoje, aqui. sintam só a vibe. que vontade de encarar um pôixxxto nove agora…

Areias escaldantes

Basta uma voltinha para constatar: O Posto 9 encaretou neste verão. Ma non troppo . O apito e as tanguinhas são coisa do passado. Os hippies também sumiram. Mas em compensação, toda tarde um vendedor com senso de oportunidade oferece o seu “cuscuz da larica” aos espectadores do pôr-do-sol. Que, sim, continuam aplaudindo o momento em que ele se põe atrás do Morro Dois Irmãos. O cuscuz? Vende muuuuito.

“Aqui não tem mais hippie, não. Passou”, diz a estudante de educação física Vanessa Machado, sob a ducha de água doce instalada ao lado da barraca de sanduíches de lingüiça de Milton Gonzalez, o Uruguaio. É ali que se esconde o “muso” do Posto 9. Marcelo, filho do Uruguaio, é, além de moreno, tatuado e forte, mais um adepto da nova moda, talvez involuntária, dos homens naquele trecho: usa o sungão bem abaixo da linha da cintura. Paga cofrinho com gosto, o último grito entre os garotos de Ipanema. E, pára com isso, não gosta muito de ser chamado de muso. “Lá vem vocês de novo com essa história”, finge que reclama, com bom humor, enquanto abre o centésimo coco do dia.

Os uruguaios estão por toda parte no 9. Tá tudo dominado. Se na areia quente Milton é rei, perto d’água Leonardo Buarque, seu conterrâneo, é quem dá as cartas. Botou ali, bem na beirinha, sua cadeira de massagem e conseguiu fugir do calorão lá de cima. Fatura R$ 45 por hora e tá feliz da vida. “É más fresquito”, diz, com sotaque carregado.

Não só no 9, mas em todas as praias do Rio, a ocupação da areia é feita em duas faixas distintas, cada uma com seu público. Paulistas, mineiros, turistas e gringos em geral ficam mais longe do mar, na areia mais quente, mas pertinho das barracas de bebida. As mulheres, algumas delas com argolona nas orelhas, circulam, pasmem, às vezes até de maquiagem.

Cariocas preferem a parte “más fresquita” do quase mar. No rosto, um bom protetor solar. E só. Carlos Magno Cesarano, dono do quiosque Quase 9, tirou outra conclusão sobre os cariocas baseado em seus 13 anos de janela no lado ímpar da Vieira Souto. “Só mulher que não é daqui que costuma andar de biquíni na calçada. As cariocas não fazem isso nunca. Repara só.”

Magno tem no quiosque um sininho pendurado, que é badalado a cada mulher bonita que passa a caminho do mar. Elas adoram. “Mas eu badalo o sino também para pessoas ilustres”, diz. Gente tipo Chico Buarque, que ainda dá tchauzinho. Maior onda. Certa vez, Tom Jobim também foi homenageado. E gostou. Tanto que deixou um bilhetinho dos mais carinhosos para Magno.

Os hippies, aqueles hippies de verdade, fiscais da natureza e que ganhavam um trocado vendendo seus artesanatos, sumiram mesmo. Escafederam-se. Mas as rodinhas de violão continuam por lá. São raras de se ver, mas que las hay, las hay. “Eu não sou hippie, não. Muito pelo contrário, trabalho com informática”, explica o músico Ronaldo Januário, que, sob um guarda-sol, tirava um som do violão ao lado da parceira Kaisa Pereira, com quem forma a dupla “Os Lúdicos”. Eles contam que só tocam o que gostam. “Basicamente Cássia, Moska, Nando, Calcanhoto e alguma coisa dos Beatles”. Sacô? Kaisa também não se considera nem um pouco hippie. “Hoje em dia não rola de ser hippie. Não dá pra gente viver sem ter um trabalho, né?”

No quesito gastronomia praiana, naquele trecho da praia e em todos os outros, há poucas novidades. Os picolés mais vendidos continuam sendo os de manga e de coco. Bebidas: mate, guaraplus e cerveja. Novidade, novidade mesmo, só a volta do mate em barril, mas o povo fica dividido entre os que o consideram meio nojento, porque acreditam que ele é feito com “água da bica” e os que acham-no muito melhor do que o que é vendido em copinho. É menos aguado.

Um pouquinho antes do 9, na Vinícius de Moraes, a figura mais conhecida é o jogador de futevôlei Hugo Felix, 52 anos de praia. Aos 72, ele se gaba de nunca ter usado protetor solar. “Usar pra quê? Faz mal.” Hugo, sem querer tirar onda, acredita que o futevôlei tenha nascido ali, com ele e sua turma, há cerca de 30 anos. Jogar bola fora das redes de vôlei e dos campos de futebol de areia era proibido, ele conta. A polícia mandava parar, confiscava as bolas, um horror. “A solução foi jogar futebol na rede de vôlei.” Nascia ali, um pouquinho antes do Posto 9, o futevôlei. Mais uma moda criada por lá.

toll free II
(continuação de um poste de dois dias atrás)

de contrato rompido com o Terra, tentei ligar no uol e solicitar a eles que mudassem meu contrato, que é só para a conta de email, para a DSL. assim eu pagaria um só provedor e economizaria um dinheirinho. liguei no 0800, então o babaca do atendimento disse que não poderia fazer isso porque o 0800 era só pra cidades fim de mundo – pouco antes, uma gravação já me havia deixado puto, só porque me informou que o número de conexão para a minha cidade era outro. detalhe: para eles e seu identificador de chamadas norte-coreano, a “minha cidade” era Campinas. na zorra, liguei na Globo.com e disse que faria a assinatura.

tentei antes pelo website deles, mas tive problemas porque dizia que meu CPF não batia com meu nome. como assim? faz sete anos que tenho CPF e não mudei de nome desde então. nem antes, pra falar a verdade. expliquei pra moça do atendimento:

“- tentei por duas vezes fazer a assinatura pela página de vocês, mas não rolou.”
“- estamos com o sistema sobrecarregado, pois temos recebido mais pedidos de assinatura do que o normal por causa do Big Brother Brasil.”
“- o que é isso?”
“- é uma falha no sistema, que não está permitindo que…”
“- não, não, o que é isso que você disse que está causando mais assinaturas?”
“- o Big Brother Brasil?”
“- é.”
“- o senhor não conhece?”
“- não.”
“- é um programa de tevê, que a Globo.com tem exclusividade em…”
“- ah, tá, é programa de tevê… por isso é que eu não conheço. não vejo tevê, é coisa da besta, sabia?”

risos contidos do outro lado. uns minutos depois e a atendente começa a perguntar se Aparecida fica no interior de São Paulo, diz que costuma acampar em Apiaí (uma cidade do outro lado do estado), eu digo que só acampo em hotéis cinco estrelas, que ir de galera pro mato e se ralar todo não é exatamente minha praia.

“- o senhor gostaria de ter algum de nossos serviços adicionais? temos o campeonato paulista, o campeonato carioca…”
“- não, eu já tenho o pacote completo da Net, não preciso, obrigado.” (mentiraaaaada)
“- temos também o Sexy Hot, um pacote adulto que…”
“- olha, na casa em que essa DSL está sendo habilitada só moram minha mãe e minhas irmãs. não acho que elas estejam interessadas em assistir vídeos de fornicação na internet.”
“- mas o Sexy Hot não é só isso, senhor.”
“- não?”
“- eles também têm contos eróticos, histórias, e uma série de outras coisas…”
“- ah, deixa quieto. não vou pagar por putaria não.”
“- o senhor pode solicitar o pacote adicional a hora em que quiser.”
“- obrigado, mas acho que elas não teriam cara de me pedir pra contratar esse tipo de coisa.”

constrangedor, não? mas essa galera é mesmo forçada a te vender essas coisas. quase que eu ainda perguntei pra moça do atendimento se ela ficava horny vendo isso. meu deus, Eduardo. quanta baixeza da sua parte. encerrei a ligação e fui nessa.

depois fiquei pensando em se ela acreditou que eu nunca havia ouvido falar do BBB, o que seria uma grande idéia: meu colesterol seria ainda mais baixo, meu cabelo cairia ainda menos, eu passaria mais tempo envolvido em coisas que me rendam tutu e férias do outro lado do mundo, como já tenho feito com o orkut (lá se vão seis meses sem entrar nesse negócio). ah, whatever. tá um dia tão lindo lá fora…

la nuit
a performance do Dennis ontem foi muito maneira. movido a água com gás e maçãs, tocou durante quarenta e cinco minutos, apenas composições próprias; deu uma pausa de uns dez minutos e “voltou pro bis” tocando uma outra composição de quinze. quem foi ao apartamento esperando big beats ou qualquer outra coisa pra dançar pode ter-se decepcionado: o som dele é contemplativo, panorâmico, ambient de primeira. colagens sonoras de arranhadas na guitarra, de gente conversando, papéis de bombom sendo amassados, qualquer barulho, todo barulho. minto: não há batidas, todos flutuamos.

o público? tinha umas vinte pessoas. de todos que receberam meu convite via mail, apenas o Marcio e o Pedrivo compareceram, mas tudo bem. rolou tchose e birita, como já era de se esperar – o Dennis disse que não se importava, apesar de não se amarrar nas paradas.

depois que ele saiu, começamos a tocar ordinary pop – sabe como é, nem só de post vive o homem. rolou até o primeiro do Supergrass na íntegra, bem como um EP do Mundo Livre S/A, um Miles, um pouco de IDM da Warp, coisas assim. e seguimos até a meia-noite, quando nos encaminhamos para a UnB, onde o Ivan disse que rolaria uma festa da FAC. chegando lá, não tinha p**** nenhuma de festa, batemos em retirada… e foi assim. tranqüilo e calmo, cheio de gente legal, música de qualidade… e dois sanduíches do AM/PM, cheios de cebola e queijo cheddar, encerrando os trabalhos às duas da manhã.

gersonflex
tem programa pra hoje? eu tenho, e estou convidando vocês.

quem: Dennis McNulty na ASA NORTE
trilha sonora: Dennis mesclará suas composições IDM com sucessos populares e outros nem tanto assim
onde: SQN 212 – Bloco “K” – Apartamento 508 (apê do Rollo)
horário: 19:30 (7:30 PM, se você for belga)
ingresso: grátis. se quiser levar cerveja, tudo bem.
quem pode ir: qualquer pessoa que me conheça, menos ex-namoradas.
o que vai rolar depois do set do Dennis: não sabemos. mas a noite não morre ali.

toll free
eu pago religiosamente em dia o Terra, meu provedor de internet banda larga em deprelândiaa até o dia de hoje. mesmo assim, quando fui forçado pela telefônica a mudar para sua “nova” DSL, ninguém do provedor me foi capaz de dizer que eu precisava trocar de plano. de repente eu, que pago em dia o provedor, tive o acesso suspenso. assim, sem explicação nenhuma.

minha irmã me ligou e contou a situação. fiquei na zorra e, depois de três ligações e de quase levar a última atendente aos prantos, consegui cancelar.

“aos prantos?”, alguém pode perguntar. é. mas ela é que se deixou ficar assim, eu não disse nada de mais. ela disse que a suspensão não foi culpa do Terra, mas o próprio Terra disse à minha irmã que foi por causa da mudança. disse isso a ela. ela voltou a dizer que não era culpa do Terra. que assumissem a culpa. mas não, então decidi cancelar a assinatura. normalmente, uma pessoa do help desk é treinada para te segurar como assinante por três vezes. ela tentou seis. apelou para vínculos sentimentais:

“- o senhor é cliente há tanto tempo, por quê colocar termo a uma relação tão duradoura?”

puta que pariu, eu me casei com o provedor? qualé, mermão? respondi que também era (e ainda sou) cliente do uol, pelo dobro do tempo em que fui do Terra, e que nunca alguém tinha me feito uma cretinice como essa, tendo eu colocado as prestações em dia. tentou oferecer um desconto na mensalidade, de 23 por 15 reais. paia. fui lá pra Globo.com, ver vídeos de putaria do Big Brother.

(continua)

agora associado às elites
kevlarsjäl diz:
sem noção é o Ricardo Tubá, que fica mandando email com as cagadas do PSDB durante os anos FHC
kevlarsjäl diz:
ele trabalha no gabinete do Chico Leite, aí já viu
kevlarsjäl diz:
ontem ele disse que o ACM Neto tinha um canal de caixa 2 de US$ 12 bi
kevlarsjäl diz:
hahahahahahahaha
Felipe diz:
aggaaagag
Felipe diz:
otario
kevlarsjäl diz:
respondi pra ele “então o ACM Neto tem a fortuna dos sete caras mais ricos do Brasil, SOMADA?”
kevlarsjäl diz:
aí ele “tá, 12 mi então”
Felipe diz:
ele te disse isso por msn?
kevlarsjäl diz:
não, por email
kevlarsjäl diz:
não coloco gente das satélites no msn