descendo

quando dá vontade de:

- não acordar;

- dar as costas pro mundo;

- entregar os pontos de tudo que se está fazendo;

- não assumir mais nenhum compromisso;

- ignorar tudo o que acontece;

- beber só pra tentar ficar em coma alcoólico;

- aceitar o primeiro suicide pact que lhe oferecerem;

é porque não tem mais jeito. eu estou assim faz um bom tempo, eu não quero fazer mais nada.

do the collapse

fiquei sabendo, pela Lígia, que o prato do dia no refeitório da USP, hoje, foi… abobrinha sautée. só de tentar imaginar o prato, tive um piripaque. e o pior é ouvir alguém dizendo que a USP é uma boa universidade… pelamordedeus… fala séééério…

garden walls

a(c)tualmente, há uma diferença muito grande entre o que escrevo aqui e a minha vida. nem sempre foi assim, e é horrível que haja uma diferença tão grande assim. mas não há o que fazer…

fa(c)tos simples

- o Sune Rose Wagner, dos Raveonettes, tirou aquele figurino “blusa listrada + lenço vermelho” do clipe de “Hello again”, dos Cars;

- escrevo estas linhas antes do jogo do Santos começar, mas gostaria de regist(r)ar um agradecimento ao time do Goiás, pelo que fez ontem;

- às vezes, sentado no corredor em frente à minha classe, eu penso simplesmente “puxa vida, que bom que só faltam trinta dias pra tudo acabar”. mas tem mais a ver com certas impossibilidades do que com o cansaço relativo a cinco anos agüentando coisas como… Direito.

- tirando o disco do Air, acho que só vou comprar os lançamentos de 2004… em 2024. quero fazer o teste pra saber se esse Franz Ferdinand resiste ao tempo. o segundo do Libertines, ao contrário do primeiro, eu já sei que não.

- muito cuidado com a redação de seus perfis no Orkut: não tem coisa pior do que alguém ter uma péssima impressão de você logo de partida, sem ter sequer falado contigo. mas não precisa erudição – não escrever daquele jeito como os adolescentes patéticos escrevem já é meio caminho andado, e a outra metade é não fazer um perfil quilométrico, por mais interessante que você seja;

- ontem o George W. Bush falou algo extremamente verdadeiro acerca do John Kerry: que ele não tinha personalidade, pulso, brilho próprio, que era um cara do baixo clero perdido numa briga de gente grande. ideologicamente, eu sempre me aproximei do Partido Democrata estadunidense, que está à direita da direita brasileira, por sinal. só que, com um candidato do naipe do Kerry, fica difícil não torcer pelo Bush – apesar do fundamentalismo religioso dele. o presidente dos EUA ainda disse que, para um partido que teve John Kennedy e alguns outros nomes ilustres de que não me lembro agora, ter o Kerry era… pouco demais. tô de pleno acordo…

- o Rogério disse uma coisa hoje na qual eu gostaria muito de acreditar. mas, infelizmente, o que ele disse não é verdade;

- queria colocar uma outra coisa aqui, mas não posso.

hum

consegui entrar aqui. mas não tenho nada a declarar, tirando que hoje é aniversário do meu queridíssimo amigo Marcelo e que eu desejo a ele parabéns do tamanho da Rússia. ele merece…

finalmente…

… consegui entrar aqui. só não tenho mais nada a dizer mesmo. quer dizer, tirando um parabéns do tamanho do Canadá para o Marcelo, meu grande amigo aniversariante de hoje.

kicking against the pricks

desde que entrei no Orkut, há cerca de um mês, a comunidade brasileira sobre o Suede já cresceu quase trinta por cento. torço para que essa taxa de crescimento seja mantida pelos próximos dez anos – só assim teremos condições de superar os fãs do Iron Maiden.

retrato

faltam palavras; sobram paisagens a serem descritas. mas eu não vou reclamar disso por aqui, ok? ainda estou fragilizado emocionalmente – dessa vez, parece ser para sempre. nada é como parece: se antes eu nadava contra aquilo que achava errado, hoje espero a maré alta numa cadeira de salva-vidas. eu salvei a minha? claro que não. deveria descer – mas e se a água me puxar pra dentro do oceano? na melhor das hipóteses, desço e mergulho atrás de pérolas. na pior, morro afogado como Dennis Wilson. desconfio do que possa ser feito: pra mim, é como se eu nunca mais fosse dormir e acordar – é como uma morte, mas sem a parte de fechar os olhos e parar de respirar.

a confusão está por aí: perceberam que não é fácil se distanciar de certas coisas? o tempo cura, mas estou quebrado para sempre. we’re like crystal, we break easy. não devia expor esse tipo de coisas no blógue, porque isso é a morte; por outro lado, a morte é inevitável, meu bem… sendo assim, longa vida à morte, pra que quem sabe assim ela demore a chegar. quero ficar vivo, você também, vamos sair dessa. não quero reclamar da vida, não quero discutir nenhuma celeuma (ô palavrinha horrível). quero um beijo de despedida, quero que o beijo seja eterno mas a despedida não: quero viajar, é isso. o cansaço me toma pelas pernas e me planta como se vegetal fosse, mas não sou. quero lutar, quero minhas armas, quero você.

estou apaixonado, e isso é bom. correr contra o tempo pra te ver, te conquistar, te mandar flores… correr contra um monte de coisas, menos eu e você. que o mundo corra ao contrário, que a chuva saia do chão para o céu: foda-se todo o resto. até porque é resto – não somos você nem eu. recolha a âncora, desfralde as velas e vamos zarpar daqui antes que uma tempestade nos pegue. eu sou o filho do Superman, mas nem por isso quero pegar chuva no caminho…

no Ceubinho, quem abre os braços sou eu

quando comprei minha bicicleta ergométrica, no final de junho, tinha a meta de fazer uma viagem hipotética a Brasília, pedalando os mil e duzentos quilômetros que separam Hollywood de lá.

completei a meta semana passada, e já estou no quilômetro 1273. ou seja, estou a dar voltas entre o Lago Sul e o Lago Norte, naquele caminho “por trás”. ou então estou fazendo uma viagem Caiena / Brasília. vou conferir a distância entre as duas cidades e depois vejo o quanto falta…

coming up

ainda hoje, aqui mesmo:

- pedalando até Brasília;

- aquisições recentes;

- mais sobre The Tears.

mas, para já, uma nota da coluna do Ancelmo Gois de hoje:

Ambulantes que vendem cerveja na Lapa carioca arrumaram um apelido para aquela garrafa de Skol que tem a boca mais larga. A turma do isopor passa gritando assim: “Olha o bocão Cicarelli a R$ 3!!!”. Tem gente que já vai logo pedindo “uma Cicarelli”.

HAHAHAHAHAHA, DJENIAL.

mais pérolas

esse é o tipo da notícia que me emociona a essa hora da manhã:

Macau fala português para China lucrar com Brasil

Antiga colônia portuguesa é utilizada como ponte para os negócios

James Brooke

em Macau

Nesta península repleta de história, onde a cultura portuguesa se mistura ao ar salgado do Mar do Sul da China, um visitante do Brasil pode começar o seu dia tomando café da manhã, enquanto folheia um dos três jornais diários locais em português ou assiste às notícias em uma das duas estações de televisão em língua portuguesa.

Na rua, um motorista de táxi sinaliza que o veículo está livre e leva um passageiro até um platô onde há coqueiros, igrejas católicas barrocas, nomes de ruas em painéis de azulejo em português e chinês e panfletos bilíngües anunciando festivais de música. Para que o visitante que fala português se sinta mais em casa, a Rádio Macau transmite fado, bossa nova e notícias em português durante todo o dia.

Cinco anos atrás, quando Portugal devolveu à China este enclave de 26 quilômetros quadrados, a maioria das pessoas previu que a língua portuguesa desapareceria do local num piscar de olhos. Os portugueses pouco fizeram para promover a sua língua desde chegaram pela primeira vez a Macau, como mercadores, por volta de 1553.

Quando partiram, apenas cerca de 2% da população de Macau, de 450 mil habitantes, falavam a língua de Lisboa. Os 98% restantes se comunicavam em cantonês e outros idiomas.

Mas em uma surpreendente reviravolta, as inscrições para aulas particulares de português triplicaram, chegando a mil desde 2002. Isso levou as escolas públicas chinesas locais a oferecerem português neste outono, atraindo mais de 5.000 alunos.

“O número de falantes do português disparou no ano passado”, garante Manuel F. Moreira de Almeida, um português que vive na cidade há muito tempo e que é dono da Livraria Portuguesa, localizada em uma estreita rua colonial. “Em poucos anos, haverá mais falantes de português por aqui do que durante o período em que a cidade foi colônia de Portugal”.

Se é a economia que determina a ascensão e a queda das línguas, o renascimento do português é ditado pela nova determinação de Pequim no sentido de que Macau sirva como uma plataforma para os crescentes interesses comerciais e estratégicos chineses no mundo latino.

Embora os jogos de azar sejam há muito tempo o principal negócio local, a pequena Macau encontrou um novo papel para si, como elo de ligação da China com os 220 milhões de falantes de português no mundo.

Embora Pequim vá sempre atrair os visitantes mais importantes, como no caso da viagem, em maio passado, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, Macau oferece programas de treinamento e convenções no ambiente culturalmente amigável do canto mediterrâneo da China, onde o português está, pelo menos oficialmente, em pé de igualdade com o chinês.

“Macau pode ser uma ponte entre a China e os países de língua portuguesa”, disse, em outubro passado, após uma reunião comercial de cúpula com sete ministros de países de língua portuguesa, o vice-ministro do Comércio, An Mi.

Ao fim das conversações, a China assinou um acordo para aumentar o volume comercial, os investimentos e a cooperação econômica com Portugal e seis ex-colônias portuguesas: Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau e Timor Leste. São Tomé e Príncipe não compareceram devido às relações diplomáticas que mantêm com Taiwan.

Atualmente, a Universidade de Macau leciona Direito em língua portuguesa para angolanos e moçambicanos. Seminários de treinamento em turismo, enfermagem, tradução e administração empresarial atraem alunos de cinco países de língua portuguesa da África e de Timor Leste, um nicho asiático que tem antigos laços históricos com este posto comercial no delta do Rio Pérola.

“Macau poderia funcionar como intermediária, fornecendo serviços de boa qualidade em treinamento, tradução e consultoria”, afirma Gaary M. C. Ngai, um pesquisador local. Vagarosa para estabelecer conexões com os países de língua portuguesa e espanhola, a China atualmente se move agressivamente.

Quase que da noite para o dia, ela se tornou o segundo maior parceiro comercial do Brasil, atrás apenas dos Estados Unidos, comprando ferro, aço, soja e alumínio brasileiros. O comércio bilateral da China com o Brasil quadruplicou desde 1999, chegando a US$ 6,7 bilhões no ano passado. Em troca, a China está apoiando os esforços do Brasil para obter uma cadeira no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

“Sob o ponto de vista militar e industrial a China intimida, mas as suas regiões especiais possuem uma imagem diferente”, disse Luiz Fernando Furlan, ministro brasileiro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, referindo-se a Macau e a Hong Kong, segundo a Associated Press.

No norte do Brasil, está sendo construída uma usina siderúrgica no valor de US$ 1,5 bilhão em uma joint venture entre o grupo Shanghai Baosteel e a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), a maior produtora de minério de ferro do mundo. A CVRD também possui uma parceria com a produtora chinesa de alumínio Chalco para a construção de uma refinaria de bauxita de US$ 1 bilhão, também no norte do Brasil.

Os negócios da Argentina com a China dobraram desde 2000. O Chile está negociando um acordo de livre comércio com a China. E, à medida que se torna cada vez mais dependente do petróleo importado, a China cultiva relações com Angola, um dos maiores produtores da África Ocidental. Com a intensificação dos negócios e trocas oficiais, a China concordou recentemente em ampliar o seu crédito a Angola em US$ 2 bilhões.

Grande parte dessa cifra será destinada à reconstrução da ferrovia Leste-Oeste, uma obra do período colonial que foi destruída por 40 anos de guerra civil.

“Os países de língua portuguesa, ricos em recursos, e o mercado mundial de maior crescimento, a China, parecem formar um par perfeito”, disse Na, o vice-ministro chinês do Comércio no ano passado.

Macau está preparando uma legião de tradutores bilíngües para esses novos mercados. Em um exemplo típico desses novos rumos, quando a Feira Internacional de Comércio e Investimento de Macau for aberta em 21 de outubro, ela contará com uma grande área denominada “Feira da China e dos Países de Língua Portuguesa”.

Após se reunirem aqui no início de outubro, executivos da Portugal Telecom, a maior empresa portuguesa, estão fazendo planos para expandirem os seus negócios daqui para toda a China. Segundo um novo acordo de livre comércio Macau-China, a partir de 1º de janeiro de 2006 cerca de 93% dos produtos exportados daqui para a China deixarão de estar sujeitos a tarifas, e o mercado chinês foi aberto para 18 setores locais de serviços, incluindo o de telecomunicações.

Para Ricardo Pinto, editor do “Ponto Final”, um dos jornais diários portugueses, a conexão também permite que a cidade conte com alguma diversificação econômica, deixando de depender apenas dos jogos. No passado Macau era conhecida como a Monte Carlo do Oriente. Atualmente, os jogos estão em ascensão, o que alimenta expectativas de que mais de 5 milhões de pessoas utilizem o aeroporto da cidade neste ano.

O seu 15º cassino, o Casa Real, abriu as portas recentemente e os rendimentos com os jogos em Macau aumentaram 50% em relação ao ano passado, segundo o “The Macau Post Daily”, o primeiro jornal de língua inglesa da cidade, criado em agosto para tirar vantagem da nova onda de afluência.

Com o plano de investimento de bilhões de dólares em cassinos, Macau espera dobrar, por volta de 2010, o seu número anual de visitantes para 30 milhões, mais ou menos o mesmo de Las Vegas.

Com a renda per capita de Macau chegando a US$ 17 mil, um nível próximo ao de Portugal, há poucos incentivos econômicos para que os 110 mil detentores de passaporte português na cidade migrem para Portugal.

Aproveitando o boom dos cassinos, o governo de Macau espera arrecadar US$ 2 bilhões em impostos sobre jogos neste ano, 60% a mais do que no ano passado. Longe de desprezar o passado colonial de Macau, as lideranças da cidade restauraram e iluminaram marcos coloniais como igrejas, fortes, hospitais, teatros, museus, um observatório e o palácio do governador.

Em um caso raro em se tratando de cidades asiáticas modernas, a preservação histórica de Macau foi tão extensa que a cidade espera ser reconhecida no ano que vem pela Unesco como patrimônio histórico mundial. “Eles passaram da preservação ao cultivo da herança”, diz Harald Bruning, diretor do “The Macau Post Daily”.

As coberturas de telhas vermelhas de barro cozido, os pratos portugueses a base de bacalhau e a profusão de motonetas proporcionam ao visitante um ambiente marcadamente mediterrâneo. É exigido que todas as placas de ruas e nomes de companhias sejam escritos em português e em chinês, o que pode deixar o visitante que fale apenas inglês desnorteado.

Mas como diz Almeida, que vê uma nova geração de falantes da língua portuguesa freqüentando a sua livraria: “O português saiu de uma ressaca colonial para se transformar em oportunidade de negócios”.

considerações:

1. esse tipo de coisa me emociona porque acho no mínimo lindo que alguém do outro lado do mundo, com uma cultura e uma sociedade tão diferentes da minha, fale a mesma língua. e é interessante saber que, há menos de duzentos anos atrás, fazíamos parte do mesmo império, ou seja, pelo menos na teoria, éramos o mesmo país.

2. é muito legal saber que, ao contrário de Goa, Macau não renega seu passado. por mais que alguém diga que a China tem papel muito mais relevante que Portugal no mundo de hoje, imagino que não é bem assim. fora isso, não dá pra esquecer mais de quatro séculos de domínio luso em cinco anos – seria um crime.

3. pelas fotos e imagens que vejo, além da descrição do lugar que o bróder Luiz César Pimentel me passou (ele esteve lá, em 1999), Macau é um lugar lindo. e um dia eu vou conhecer.

4. ainda espero que, no futuro, Macau tenha tanta gente que fale o português quanto tem quem fale o cantonês ou outro dialeto mandarim. e gostaria que o mesmo acontecesse em Goa, embora saiba que é bem mais difícil. não tem língua no mundo tão bonita quanto a portuguesa.

5. a cidade (região administrativa especial, na verdade) fica no delta do rio… Pérola.

sensacional

do Blue Bus, hoje:

Controle remoto, descobriu agora 12:01 O americano Mitch Altman, de Sao Francisco, anunciou na Wired e em outros sites um produto que vende por US$ 14,99 – um chaveiro que desliga a maioria dos modelos de televisores. O invento, batizado TV B Gone, é, na verdade, um controle remoto universal. Ontem, Altman estava supreso com a quantidade de gente interessada. O site de sua empresa chegou a ficar inacessivel em alguns momentos. O inventor disse em entrevista a AP que a ideia de criar o aparelhinho surgiu quando estava num restaurante com amigos e percebeu que todos prestavam atençao na TV e nao conversavam entre si. 20/10

HAHAHAHAHAHAHAHAHA, SENSACIONAL.

birth of cool

estava a assistir o jogo entre Milan e Barcelona quando, ao final do primeiro tempo, quando liguei na BBC World. eu nunca ligo no canal porque, apesar de ler, escrever e até pensar em inglês, eu tenho um péssimo ouvido para qualquer língua estrangeira – até para entender o português de Portugal, às vezes, demoro alguns segundos.

e estava rolando um programa chamado “Dreamspaces“, sobre arquite(c)tura. comecei a assistir e fiquei no canal porque, pela primeira vez desde que consegui tevê por assinatura, há seis meses, eu entendi alguém falando inglês, perfeitamente – era Charlie Luxton, um dos três apresentadores do programa. ele estava em Helsinque, Finlândia, mostrando alguns dos belos edifícios locais e falando um pouco sobre como a arquite(c)tura local influenciava a sociedade.

eram só prédios lindos, arrojados, estilosos… e eu entendendo tudo na explicação. seguiu-se um intervalo… e, na volta, o programa passou para outro apresentador. na verdade, apresentadora: ninguém mais, ninguém menos que Justine Frischmann, líder do extinto Elastica. eles fazem questão de frisar que sim, é ela mesma, a ex-namorada do Brett Anderson e cujo disco de estréia foi primeiro colocado no chart inglês há nove anos. incrível.

“Dreamspaces” é sensacional, e vai ser exibido todas as quartas, até 1º de dezembro, às 16:30 (horário de Brasília, embora, com o horário de verão a se iniciar no dia 2, isso passe para 17:30 nos estados envolvidos). se você não gostar de arquite(c)tura, assista pelo menos para ver como a Justine tá acabadinha fisicamente – mesmo assim, ela é fera demais.

a(c)tualização: acabei de ver, na página do programa, que, na edição da semana passada, a Justine Frischmann foi conhecer… Brasília. sim, ela esteve em Brasília. não, eu não a vi na cidade nem assisti ao programa. alguém me descubra quando passa uma reprise ou então eu me mato.

new generation

um programa para a agenda cultural de vocês: de sexta a domingo, 22 a 24 de outubro, acontece o 2º Congresso Nacional da Gente Nova, uma ONG da qual faz parte meu grande amigo Marcelo Freitas. durante os três dias, gente nova e boa de todo o país estará em Brasília, no hotel Blue Tree, em palestras, oficinas e debates que ajudarão a construir o enredo da sua vida – e um futuro melhor também.

os ingressos, até amanhã, custam R$ 90, e você pode adquiri-los direto com o Marcelo, pelo telefone (61) 81438154. sexta-feira, a programação começa às 19 horas. sábado e domingo, começam pela manhã, e pegam a tarde também.

alguns dos palestrantes: Robert Wong, um dos grandes headhunters do mercado; Alexandre Garcia, jornalista que dispensa maiores apresentações; Bellino, dono da Elite Models brasileira (sócio de ninguém menos que Donald Trump); sem contar a apresentação do evento, que ficará a cargo de Marcelo Freitas, ator, baterista, advogado e um dos grandes amigos que eu tenho o prazer de ter.

se eu fosse você, já estaria lá – nenhum lugar em Brasília terá tantas boas idéias de uma só vez…