dica do dia
negue sempre. negue enquanto puder.
Archives mensuelles: novembre 2003
a ficha caiu
gente, gente: eu descobri que “Reptilia”, do Strokes novo, é cópia de “Inútil”, do Ultraje a Rigor. sendo assim, preparei uma letra pro inútil do Julian cantar se achando o maioral:
“a gente não sabemos fazer hits pra gente
a gente não sabemos como usar um pente
a gente não sabemos esquentar misto quente
tem nego pensando que nós é diferente
INÚTIL, A GENTE SOMOS INÚTIL”
meu deus, vou falar pro Roger processar essa galera…
irritando o próximo
na próxima quarta-feira celebra-se o dia de se usar um chapéu. sim, nesse dia sugere-se que você use um chapéu. se você quer irritar o seu próximo, clique aqui e saiba mais.
menos
se pra cada força da natureza correspondesse um estado de espírito, eu diria que agora me veio uma tristeza como o vento.
caçando com gato
se eu não tenho 85 BRD pra empatar na “The London years”, essa oferta da “Forty licks” por 22 BRD tá mais do que tentadora. e eu só não compro o “Exile on main street” agora porque ainda espero que ele seja remasterizado e relançado em SACD híbrido como os discos da Decca…
lista do dia
cinco caixas que despertam minha cobiça:
1. “The Capitol years”, Frank Sinatra (tem que ser a edição inglesa, de 21 cds, não a “Concepts”, americana, de 20)
2. “Crystal days 1979-1999″, Echo & the Bunnymen
3. “Five easy pieces”, Scott Walker
4. “The complete studio recordings”, Doors
5. “The London years”, Rolling Stones
pérolas instantâneas
frase do dia: “posso ser de um sarcasmo intragável, mas tenho uma língua deliciosa.”. tão boa que não dá pra acreditar que isso foi um /quit de IRC. muito menos que foi do #punk. e que eu não conheço a pessoa. surpreendente, no mínimo.
rotina
ontem, pela quarta vez na vida, me senti um homem de verdade e não um moleque. e foi por algo razoavelmente simples: fui de carro daqui até Lorena, pela via Dutra. uns 25, 30 quilômetros. sem nenhum problema, sem nada de errado. bati meu recorde de velocidade dirigindo (142 km/h). preciso fazer isso mais vezes e em distâncias maiores, agora. e, quem sabe, ouvindo Scott Walker ou ópera…
like insects do
não vejo a hora das premiações do IBest e do London Burning serem anunciadas. assim não vão mais haver posts no blógue da Zero pedindo pra votar, como vem acontecendo paulatinamente e eu não agüento mais.
tecla mute
de repente o mundo ficou mudo.
nenhuma palavra mais se ouve.
ou é só você quem passa?
briga do dia
de um lado do ringue, “Baby you’re out of my mind”, do Graham Coxon. do outro, “Leizah”, do Coral.
apfelstrudel
um dia acreditei que, ouvindo os seus discos, eu te entenderia melhor.
sutileza
Velvet Underground – “After hours”. como é que eu não sabia que essa música era deles, meu deus? me deu até vontade de me dar um tiro no peito depois dessa…
não tentem isso em casa
fiquei dezesseis dias no mais puro sedentarismo, e só parei com essa idéia ridícula anteontem, quando caminhei quatorze quilômetros. mas só hoje voltei a fazer abdominais e levantar pesos. pra não me detonar, fiz só dois terços do que costumava fazer.
e pqp, parecia que eu nunca tinha feito um abdominal sequer em toda minha vida.
colírio perigoso

Bora-Bora, na Polinésia Francesa: ainda vou mergulhar atrás de pérolas lá.
(foto extraída daqui)
megalomania
principalmente depois de textos como o de hoje é que eu lembro do porquê do clique assumindo que sou fã do Jardel, ali na coluna da esquerda. porque, num mundo de Vines e Yeah Yeah Yeahs, melhor voltar a algum ponto há mais de vinte e cinco anos e dar de cara com o David Bowie e o Scott Walker.
pra noite de hoje
Pretenders – “Brass in pocket”. vocês conhecem a couve que o Suede fez dessa música? deliciosa.
você também consegue, Thom
pela primeira vez em dois anos, o Radiohead tocou “Creep” em sua terra natal. eu gosto de “Creep”. acho o “Pablo honey” um belo disco, tão bom quanto o “The bends”, se não for melhor. mas, sinceramente, se eles viessem pro Brasil, eu queria mesmo era que tocassem “Vegetable”. queria MUITO. eu amo essa música como poucas outras do Radiohead…
você consegue
tem blógue bom voltando às atividades em breve. eu adoro essas coisas…
homework
Alê, madrugada passada eu fiz o texto que me pedistes meses atrás, e mandei-te de imediato. recebeste-o? consegui fazê-lo antes da deadline?
detalhe
sempre é bom lembrar que receitas contra a insônia, pedidos heterossexuais de casamento com separação total de bens, dicas de discos e bandas, declarações de amor, abotoaduras Chanel, a caixa de DVDs dos Beatles, cerveja mexicana e convites para festas diversas são sempre bem-vindas aqui. merci.
lalalala II
ah, achei mais uma coisa pra fazer: consultar a legislação tributária pra que eu possa ferrar a pessoa da Receita Federal que tá querendo me ferrar. já mencionei que tenho prova oral de Direito Tributário daqui a quatro horas? a sorte é que eu só preciso tirar 1,0 (um) para ser aprovado sem precisar de exames. yay!
lalalala
cara, ficar acordado de madrugada é algo complicado. a TV da sala tá sem antena, então não posso assistir o voleibol. não posso abrir a varanda, porque a porta faz um barulho escandaloso e isso permitiria a entrada de pernilongos (pior de tudo, aqui dentro tá um forno). ouvir música, nem pensar. nem no computador: o micro fica defronte um corredor que corta a casa, dando um eco fenomenal. sendo assim, só me resta procurar por almas penadas no IRC e no ICQ e cuidar de um roedor desvairado.
nenhuma relação II
assim como você, eu também não sabia que havia pizza em Angola.
nenhuma relação
ontem à noite eu bati meu recorde de comer pizza em rodízio, coisa que faço bem pouco. comi dez pedaços, de dez sabores diferentes, a saber: frango ao catupiry, quatro queijos, brócolis, bacon, strogonoff de frango, angolana, calabresa, margherita, brigadeiro e chocolate com kiwi.
da próxima vez, espero aumentar o número para dezesseis. para isso, preparar-me-ei com três dias de antecedência.