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legenda

uma foto da Pietra para exemplificar o post passado e a minha vontade de comer marmitex…

ninguém vai me abrir as portas para o mundo mágico?

(crédito da foto: patroa)

espartano

daria tudo para trocar meu almoço por um delicioso marmitex de R$ 7 que vendem aqui do lado da Telerj. sem ironias.

zebrado

depois de o Apoel ter perdido apenas de 1×0 do Lyon na França, outra boa notícia vem da Liga dos Campeões europeia: o Basileia, campeão do suição 2011, suportou 80 minutos de ataques do Bayern para atacar no final da partida e, a cinco minutos do final dela, fazer um gol e poder jogar pelo empate na Alemanha, no meio de março.

imagina uma final da Champions com um time suíço e um cipriota? seria um delírio, e dos bons.

restauro

uma das coisas que a vida moderna mais te desacostuma é com a possibilidade de desfazer ou restaurar coisas que não estão ligadas à informática. estou sentindo dores nas costas e gostaria muito de poder utilizar um backup da minha coluna como estava na semana passada e, em poucos minutos, tê-la sem dores novamente. enquanto isso, tome oxicodona (e seus efeitos colaterais)…

consegui cumprir minha meta para o Carnaval: passar o período todo sem ouvir a palavra “folião”, que reputo a mais feia de toda a língua portuguesa. péssima sonoridade, péssima origem, sensação de nojo físico (cf. Coisas de Idiota), tudo de ruim.

e olha, tá legal que eu não gosto de Carnaval. mas não odeio não: meu ódio é restrito a essa palavra. e evitá-la nem foi tão difícil assim… bastou não assistir TV aberta (nem noticiários da TV paga nacional), não entrar no twitter e, principalmente, não acessar nenhum portal nacional na internet. vivi de Google Reader, atividades da família da patroa, idas a restaurantes e ao cinema. e deu tudo certo.

a seguir

os onze mandamentos do Henry Miller, descritos aqui. a ler e adotar para a vida, em especial o sétimo (“mantenha-se humano [...]“) e o nono (“[...] concentre-se. restrinja. exclua”). e quem sabe valha a pena comprar “Henry Miller on writing”, esse livro que eu nem sabia que existia.

volta

no espaço de uma semana, a patroa e eu fomos três vezes ao Parrilla Madrid, ali na 408 Sul, que recentemente mudou seu cardápio. na terça-feira passada, almoçamos para comemorar o dia dos namorados. de entrada pedimos o camembert à Balcony, um queijo com molho pesto e amêndoas que é servido com pão, uma delícia. e de prato principal peguei um filé de frango que deve ser o prato com melhor custo x benefício de Brasília no momento.

explico: são 300 gramas de frango e quatro acompanhamentos de cor amarela: arroz parrillero (com linguiça e batata palha), purê de mandioquinha, farofa de ovos e batatas bravas. se o André diz que o verde é a cor da esperança, só pode ser por desconhecimento dessa linha amarela. o preço do prato é R$ 30, e dá uma sova em muita coisa que custa o dobro e não entrega nem a metade. como o cardápio é novo, o atendimento ainda bate um pouco de cabeça, o que se acentuou em nossos retornos à casa.

na sexta-feira fomos conferir o rodízio de tapas, pelo qual a preço fixo (R$ 36,90) você come petiscos até dizer chega. e tome pastel de queijo reino, porções de calabresa apimentada, montaditos de filé à Oswaldo Aranha (o clássico com alho e batatas em cima de rodelas de pão), panelinhas de filé ao gorgonzola… coisa pra caramba, com sangria (25 cruzeiros a jarra) do lado. a Lu e eu comemos muito, talvez até mais do que devíamos ter comido, mas quem mandou estar tão bom? uma pena que algumas porções tenham demorado a chegar e que até tenham trazido algumas coisas erradas.

mas ruim mesmo foi hoje, quando fomos lá com Bruno, Renata e os pais desta. pedimos o camembert à Balcony e, depois de mais de meia hora, trouxeram o queijo de outra forma, também no cardápio. dissemos que queríamos o outro, eles tiraram da mesa contrariados e, depois de mais dez minutos, disseram que o nosso pedido não estava disponível naquele dia. quarenta minutos para nos comunicar algo tão simples e, enquanto isso, os demais convidados sofrendo para conseguir uma porção de petiscos – e as que vinham, ainda vinham todas erradas. a patroa acredita que não havia na casa ninguém que soubesse fazer o camembert à Balcony, o que concordo, e que essa história de dar folga no Carnaval deixou o atendimento uma porcaria.

uma pena: o cardápio é gostoso e o preço de alguns pratos é justo. se o atendimento estivesse à altura, seria bom demais.

momento

o suplemento de final de semana do “Financial Times” trouxe uma pergunta sobre a qual eu penso algumas vezes: “o que significa ser adulto?”. já disse aqui que a primeira vez que me senti adulto foi no quarto ano da faculdade, mas mesmo assim a impressão que se tem é de que a passagem é tão sutil que não se percebe. e gostei de ver isso aqui no texto:

it is no wonder that many who divert from this straightforward path don’t feel like “proper” grown-ups. We also seem to be getting less willing to put away childish things. Despite proper jobs, we relax by reading Harry Potter or firing paint balls or playing computer games.

Even those who tick all the conventional boxes often have the nagging feeling that they’re not as mature as they should be. Perhaps it’s because as we age, we find that the gap between how many years have actually passed and how few seem to have done so grows. When the person inside you seems to be younger than the face in the mirror, we inevitably feel our minds are lagging behind our bodies in maturity.

tratamento

a patroa e eu fomos hoje ao Nuwa Spa, um desses estabelecimentos de day spa de Brasília, para uma massagem ayurvédica. nunca tinha ido a um lugar desses, mas ela já, e me recomendava vivamente – ainda que esse tratamento ela ainda não tivesse experimentado. não é a coisa mais barata do mundo, mas o relaxamento que essa massagem dá, ao final de seus 50 minutos, faz valer o investimento. já avisei a ela que, tendo condições (tempo e dinheiro), voltaremos e pegaremos uns tratamentos mais completos, de preferência nessas épocas em que todo mundo só pensa em aprontar e um lugar tranquilo desses fica vazio…

familiar

a boa notícia de hoje vem da Folha. no caso, a parte em negrito que vai abaixo:

Há apenas 45 dias de volta da França para o Brasil, Paulo Solti, o novo presidente da Volvo Cars Brasil e América Latina, diz que a matriz sueca estuda a possibilidade de produzir no Brasil, mas que, por ora, não há nada de concreto no horizonte.

(…)

A partir de junho, a empresa passará a oferecer no Brasil o modelo V 60, cujo diferencial é a traseira.

ótimo, já tenho uma perua para comprar usada daqui a uns anos e levar as crianças para a escola. na versão T6 e com interior claro, de preferência.

peraí

uns dias atrasado, mas vale o registro: senti asco ao ver o Abílio Diniz na capa da GQ brasileira. depois de uma picaretagem (felizmente mal-sucedida) para usar dinheiro público e passar a rasteira no Casino e jogar no lixo um acordo que ele assinou por livre e espontânea vontade, embolsando grana por isso, a revista vai e mete o cara na capa? ah não, é demais para a minha cabeça. imagina se a GQ Portugal, cuja qualidade editorial humilha a brasileira, põe um cretino local na capa? tsc…

não

esqueci de trazer de casa uma banana para comer agora à tarde, seguindo a dieta. ao sair do restaurante, passei numa quitanda da 203 Sul e comprei uma. como só tinha uma nota de R$ 20 e a fruta custava uns 50 centavos, resolvi comprar alguma outra coisa para não ficar um clima estilo babaca no caixa. passando os olhos pelo setor de biscoitos, achei um da Piraquê que eu não conhecia: leite com côco. com o mesmo desenho do biscoito de leite, e com embalagem retrô. mesmo sem nunca tê-lo comido, aquilo me deu uma sensação de infância e de gosto conhecido, então decidi levá-lo.

quando estava pagando pelas compras, um mendigo que estava ali parado há um bom tempo interpelando quem saía da quitanda olhou para mim e disse “me dá um real”, duas vezes. ofereci-lhe biscoitos e estendi-lhe o pacote; ele me olhou de cima a baixo, examinou as bolachas à distância e falou “não quero”. como todos, inclusive nos outros caixas, testemunharam a recusa, ele saiu de perto e foi pedir dinheiro em outro lugar – provavelmente na porta da agência do Banco do Brasil ali do lado. quer cachaça? arrume um trouxa que lhe dê dinheiro ou espere que o aguardente integre a cesta-básica ou o Bolsa Família…

watersugar

hahahahaha, sempre que eu estiver para me irritar com feministas (oi, colegas de classe do Thiago!) eu tenho de me lembrar de ler o Chateau Heartiste e suas lições de sabedoria sobre essa gentalha esse povo que me dá sono, como essa aqui.

futebol-arte

Val Baiano, antigo ídolo do Ivens no Gama, agora é carrasco do Guaratinguetá.

marinha

uma musiquinha bem bonita que a patroa me apresentou…

busca

“no quinto set eu perdia por 4-2, [a parcial do sétimo game era] 30-15 com o [Rafael] Nadal sacando. o jogo estava quase perdido, eu já estava no limite das minhas forças… mas aí lembrei que o Nadal também estava na mesma situação… procurei mais um pouco de forças e achei… e deu para virar o jogo.”

isso aí quem disse foi o Novak Djokovic, depois da final do Aberto da Austrália desse ano. coloquei aí porque é uma situação pela qual estou passando, talvez mais alguém por aí também esteja. então força, galera. força.

André, prepare-se: em 2014 seu partido perde o GDF.

chifre

malhando hoje cedo, o treinador colocou uns róques para tocar. quer dizer, rock não, já que me recuso a chamar o Skank disso. enfim, quando chegou em “É uma partida de futebol”, fiquei na zorra e mandei-o mudar. ele perguntou o que queria ouvir e eu pedi música eletrônica – serve bem para esse tipo de atividade.

meu rendimento e meu humor melhoraram na hora: que beleza. no finalzinho, ele ainda mandou uma versão ao vivo de “É o amor”, aquele Zezé vintage, e eu descobri que sei a letra inteira – imaginava isso, mas nunca havia me certificado. é daquelas músicas tão boas que você até sente o chifre brotando na testa, e nessa versão ao vivo estava ainda melhor que a exagerada gravação original. sem contar que a letra é muito mais rock and roll do que “mas se ele ganha, não adianta, não há garganta que não pare de berrar”.

questões

fome? miséria? incompreensão? problema de primeiro mundo é diferente. olha uns aqui

olé

como não existe oposição na política desse país, tenho que me consolar com um pouco de sinceridade e disposição para o trabalho de um ou outro político esparso. vide Romário e Magno Malta.

- saber que seu vizinho de baia, que assovia e fala sozinho o dia todo, privando-lhe do silêncio, vai entrar de férias;
- olhar no cardápio do restaurante de comida chinesa e ver que tem uns pratos que estão na sua dieta;
- acordar com “A rush and a push and the land is ours” na cabeça, descer pro carro com o disco e constatar que essa música, 25 anos depois, continua fantástica;
- ver que tem mais gente que pira no Bentley Brooklands;
- ir um pouco mais devagar na série de exercícios mas conseguir fazê-la toda – mesmo no meio do auge do cansaço mental.

não é nada perto da barra que terei de enfrentar até o mês que vem, mas é melhor que nada.

regional

dica do Jonas, uma entrevista com o Nuno Costa Santos, escritor português cuja obra desconheço mas, a julgar pelo que diz, deve ser de primeira.

tá lá

“minha mãe não está em pauta” – general João Figueiredo, ex-presidente brasileiro, respondendo a estudantes que protestavam com palavrões em Florianópolis, durante visita oficial. YEAH!

sonho

tenho direito a apenas uma refeição livre na semana, no atual estágio da dieta. passo o resto do tempo sem comer carboidratos, como já disse. então, na hora de relaxar, nada mais justo que pedir estrogonofe (porque vem com arroz e batatas) depois de um couvert (pão!!!). e jogar um chocolate de sobremesa, claro. faltou só o macarrão, mas esse eu dou um jeito de comer amanhã, na casa da patroa dá para aguentar até semana que vem…

parafuso

tá faltando alguma coisa. alguém me ajuda a descobrir o que é?

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